A escola Aristocratas Samba e Cultura da Vila Santana, a mais tradicional de Itapetininga, decidiu não participar do desfile carnavalesco deste ano em Itapetininga. Com 64 anos de tradição, a escola não será vista na avenida, por problemas internos, segundo a diretoria. “O ano passado foi muito difícil para nos organizarmos. O nosso objetivo é ter a sede para caminhar ainda mais. Precisamos fazer eventos para arrecadar mais”, lamentou a presidente da agremiação Cidinéia Toledo. Ele pede desculpas aos integrantes da escola, assim como a população por conta da medida, mas promete que a escola vai se preparar desde já para o Carnaval de 2019. “A escola vai aproveitar este período para se fortalecer ainda mais para 2019. Vamos estreitar a união com todos e vamos batalhar para melhorarmos ainda mais”, disse. Surgida em 1954 com o nome de bloco Escurinhos da Cidade, a hoje escola de samba Aristocratas do Samba e Cultura tem a sua história intimamente ligada ao Carnaval itapetiningano. Nascido no seio de um dos mais tradicionais bairros da cidade – a Vila Santana – o bloco foi fundado por Aldo Silva Luz, então jovem estudante, e Durvalino Toledo, um dos patriarcas do bairro w lideranças da comunidade. No começo, o bloco, formado por integrantes da comunidade negra, não possuía instrumentos para todo mundo e surgia a improvisação. Para completar a bateria, eram feitos instrumentos com botijões de gás adaptados em carrinhos de rolemã. Seus integrantes eram, na maioria, da comunidade negra de Vila Santana. Em 1976, temendo conotações racistas, a escola mudou para Sociedade Recreativa Aristocratas do Samba e Cultura. Com forte ação social junto à comunidade, a escola é reconhecida como de utilidade pública por lei municipal
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