Há muitos tipos de sinais, tais como: sinais de trânsito, do tempo, do clima, da malandragem e do Natal.
No trânsito, há o sinal amarelo, vermelho e verde. Quem mais obedece aos sinais de trânsito são os motoqueiros.
No tempo, há o sinal das nuvens. Os cúmulos, os nimbos, os estratos e os cirros. Os nimbos e só eles anunciam a chuva. Quando os cúmulos e os nimbos se unem, há as tempestades com raios e trovões
Na malandragem, como afirma o terceiro rei de Israel, “acena com os olhos, arranha com os pés e faz sinais com os dedos”. (Prov. 6:12) Os ímpios, no seu corpo, que é uma página escrita, possuem tatuagens, indicando a sua vida e modo de ser. Por exemplo: Nossa Senhora Aparecida, tatuada no braço ou nas costas, simboliza latrocínio, homicídio ou violência sexual no sistema prisional. (Não respeitam nem a sua religião e muito menos a dos outros.) A figura da morte com a foice, indica que são justiceiros, pois executaram muitos criminosos. Há outros sinais e uma página não os caberia.
Há os sinais do clima. O planeta Terra está, com a passagem do tempo, aquecendo cada vez mais e daí vem o seu fim. Eu vi, na televisão, uma menina querendo salvá-lo. Coitadinha! Pedro, o apóstolo, inspirado por Deus, escreveu: “Ora, os céus que agora existem e a Terra, pela mesma palavra, têm sido entesourados para o fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios”. (Leia o texto todo: II Pedro 3:1 a 18)
Sinais do Natal: Antes da encarnação, Jesus era o Verbo e houve vários sinais de sua primeira vinda, porém os homens não deram importância. Jesus veio na plenitude dos tempos e Deus-Pai dispôs de tal forma três povos para que a vinda de seu Filho obtivesse êxito: os romanos, os gregos e os judeus. Os romanos, sendo os senhores do mundo; os gregos, com a sua língua universal, assim como sua cultura; os judeus, uma vez que “a missão deles ao receberem do Pai das luzes uma revelação a respeito do próprio Deus e de sua vontade, assenhorearem-se desse ensino divino, à proporção que o iam recebendo numa revelação progressiva, preservaram tais ensinos na sua pureza e integridade, de modo que, na “plenitude dos tempos”, eles, os judeus, se constituíssem uma bênção para todos os povos. Não podemos entender a grandeza da vida nacional desse povo, afirma Robert Hastings Nichols, sem que reconheçamos a sua história como uma preparação divina do mundo, para o aparecimento da religião pela qual Deus se propusera salvar o gênero humano.
As profecias de Isaías, Miqueias e outros se cumpriram com o nascimento de Jesus. Antes da encarnação, os homens, cristãos da esperança, foram salvos, pois creram em Cristo que ia nascer, hoje, nós somos salvos pois cremos em Cristo Jesus que se encarnou e deu a sua vida em resgate de muitos e nós estamos incluídos. Deus derramou o seu amor, enviando o seu Filho para nos redimir do pecado.
Feliz Natal!
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