Por Fuad Abrão Isaac
Você já parou pra pensar que 2026 quase não vai existir? Pois é, vai passar tão rápido que a gente nem vai perceber! E com isso, a contagem regressiva já começou para 2027.
E como será o ano de 2026? Um grande turbilhão, lógico! Primeiro, vem o carnaval em pleno meio de fevereiro. Para a maioria , o ano vai começar somente depois das festas momistas.
Depois, teremos a Semana Santa, logo ali, num piscar de olhos. Digo, a Páscoa, que chega com seus ovos de chocolate e aquele feriadão pra descansar, mas… e logo, em seguida, vem o massacre da mídia para a Copa do Mundo. A maior de todos os tempos, segundo a FIFA, com muito mais países participando. Daí todo brasileiro é técnico e especialista em futebol. Táticas, estratégias. E cada um vai dar pitaco em cada jogada, cada gol perdido, como se estivesse no campo. Se o time perder, lá vem a lista de críticas detalhadas de como o treinador deveria ter escalado o time! Pronto, já foi a metade desse ano.
Logo em seguida começa a campanha eleitoral. Uma eleição polarizada, difícil, mais estranha que as outras. A política vai invadir as conversas e até quem não sabe o que é um “projeto de lei” vai virar jurista de plantão, sociólogo, ou analista político como se tivesse debatido em Assembleias ou Parlamentos. Cada grupo de WhatsApp vai se transformar num mini ringue político, onde todos têm a solução, a denúncia, a verdade. A coisa vai pegar. As fake news, as brigas entre amigos e parentes, nesse formato que invade tudo no mundo e também em nosso país.
Chegou novembro, e já estará decidido o destino das assembleias, do congresso nacional, o senado e os novos (ou velhos) governadores, e o presidente da República. Daí outro assunto, se as urnas foram roubadas? E se a eleição foi fraudada? E tudo aquilo de novo…
Daí vem novembro da Black Friday. Grande celebração do consumismo desenfreado. Mesmo que as nossas contas estejam na UTI, a maior preocupação vai ser se o celular, ou tv da marca tal está em promoção.
Pronto chega o Natal… e de novo, o famoso ciclo: presentes, festas, comidas, promessas que todo mundo vai esquecer na semana seguinte. Mas o que importa é que, no dia 31 de dezembro, o relógio vai bater 00h e todos estarão gritando “Feliz 2027!”. E a gente não vai saber o que fez com o tempo que passou.
Na palma da mão, a gente vai sendo monitorado pelas redes sociais. Afinal, não somos nós que temos as opiniões, é o algoritmo que dirige o nosso pensamento. E nessa loucura de datas, festas , “especialistas” e sabidões.
2027 está chegando como uma grande promessa de novos começos… ou não?
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