Distante menos de 18 dias para as eleições para a presidência da Câmara de Itapetininga, que ocorrerá em 15 de dezembro, se intensificaram as articulações políticas no Legislativo. A oposição afirma que os três vereadores licenciados que hoje são secretários municipais podem voltar ao Legislativo para votar no candidato do prefeito. Os prováveis candidatos são Marcus Tadeu (PSDB) e Itamar Martins (PMDB). Os dois negam candidatura.
Geraldo Macedo (PSB), da Educação, Toninho Marconi (PP), da Agricultura e Antonio Marcos Polyceno (PSD), da Cultura, deixariam o cargo para garantir a vitória do nome escolhido pelo prefeito. Porém, os vereadores licenciados negam, mas os rumores que aumentam cada vez mais.
Para garantir a maioria, a situação e a oposição fazem reuniões para definir uma estratégia e escolher o nome que encabeçará a chapa. A maior dificuldade é justamente essa já que, em tese, todos os vereadores estão habilitados para exercer o cargo. O único nome que não pode concorrer é o atual presidente da Câmara, André Bueno. Na terça-feira, dia 25, duas reuniões ocorriam simultaneamente. Na Câmara, estava o grupo de oposição e no segundo andar do Paço Municipal se concentravam os vereadores que dão sustentação ao governo.
Conforme a reportagem apurou, além de Marcus Tadeu e Itamar Martins, também concorrem Adilson Ramos (PMN), Fernandinho Rosa (SDD), Maria Lúcia Haidar (PV) e Etson Brun (PV). Itamar nega candidatura no momento, pois depende de consenso da maioria eventualmente formada. O interesse é manter o grupo de oposição que seria, segundo Itamar, formado por 10 vereadores.
Conforme Itamar, outros nomes podem ser escolhidos e que a seleção dependerá das circunstâncias políticas até a data. “Isso está borbulhando”, conta em entrevista ao Jornal Correio. A estratégia da oposição não é revelada, mas o nome pode ser apresentado um dia antes da votação. “Mas as coisas mudam cinco minutos antes”, diz cauteloso.
Para o vereador Milton Nery (PROS), a prefeitura irá interferir diretamente no processo. Se confirmar a estratégia da prefeitura de enviar os secretários municipais aumentará o clima entre situação e oposição. Nery conta que teme a cooptação de vereadores. “O prefeito tem o poder da caneta, mas o vento sobra a favor de nós já que a administração é mal avaliada”, conta.
O vereador Marcus Tadeu disse que ainda não está amadurecido um nome de consenso. Ele disse que é contra a prefeitura impor a pessoa que irá comandar o Legislativo. “Sou contra a prefeitura chegar aqui e falar: tem que votar neste aqui”, reclamou. Também sugeriu que a escolha deve ser reservada entre os vereadores, sem a interferência do Executivo. Contou que não é candidato, pois exigiria mais tempo para se dedicar ao cargo de presidente.
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