A nova diretoria executiva da Fundação Karnig Bazarian (FBK) foi eleita na última terça-feira, dia 28. A chapa “Uma nova FKB”, encabeçada pelo diretor do Instituto Florestal, Antônio Orlando da Luz Freire Neto, venceu o pleito e vai assumir a gestão a partir de 2018. A posse será no dia 1º de janeiro. A chapa vencedora teve 8 votos contra 3 da chapa FKB que tinha como candidato a presidente o filho do patrono da instituição, Alberto Bazarian.
A chapa vencedora também é composta por Rodrigo Furtado Borges Neto (vice-presidente), Danilo Monari Baptista dos Santos (secretário) e Wagner de Souza (tesoureiro). A outra chapa era formada, além de Alberto Bazarian, pelo desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), aposentado, Célio de Mello Almada Filho (vice-presidente), pela jornalista Jaqueline Venâncio (secretária) e pelo ex-secretário de Administração e Finanças, Cláudio Bassi (tesoureiro).
A chapa “Uma Nova FKB” afirma que quer resgatar o patrimônio e devolver a FKB para a sociedade Itapetiningana. “ A FKB é um grande patrimônio que a cidade possui e a nossa ideia é trabalhar para valorizar ainda mais pensando no coletivo. Vamos unir os especialistas em Educação na cidade para recuperar essa valiosa instituição”, disse Antonio Orlando Freire.
O Conselho de Curadores é formado por 12 representantes da sociedade civil com direito a voto e pelo interventor Luiz Carlos Loretti Filho. Formam o conselho a prefeita de Itapetininga Simone Marquetto (PMDB), o presidente da Câmara Municipal, Etson Brun (Rede), o presidente da Ordem dos Advogados de Itapetininga, Regger Alves, o presidente da Associação Comercial, Erres Franciosi, o presidente do Rotary Clu, Jferson Brun, o presidente do Lions Club, Alcides Ramos de Carvalho, a presidente da Associação dos Jornalistas e Radialistas de Itapetininga (Ajori), Jaqueline Venâncio, o delegado seccional de Itapetininga, Marcelo Murat, dois integrantes do Conselho de Alunos e dois integrante do Conselho de Docentes da FKB.
A FKB está sob o comando de um interventor desde que a Justiça afastou os diretores no final do ano passado. Atualmente a fundação também enfrenta problemas como uma dívida estimada em R$ 2 milhões e a queda no número de alunos que já chegou a 2 mil e hoje está em torno de 700.
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