A conta de luz ficou em média 16,90% mais cara desde o último domingo, dia 9, para 4,2 milhões de clientes de 234 municípios do interior do Estado de São Paulo. O reajuste das tarifas da distribuidora Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL Paulista) foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) pela quarta revisão tarifária periódica.
O diretor geral da Aneel, Romeu Rufino, disse que a metade do índice médio de revisão (8,2 pontos percentuais) diz respeito à retirada de “componente financeiro”, que conteve a alta da tarifa no reajuste tarifário de 2017, e ao reconhecimento de outros custos financeiros, que vão pesar sobre o custo da energia neste ano.
“Esse movimento conjuntado leva ao impacto tarifário que observamos”, ressaltou. A classe de consumo residencial e de pequenos comércios (baixa tensão) contará com aumento de 20,17% nas tarifas. Já a classe industrial (alta tensão) terá a conta de luz elevada em 11,11%. Por sua vez, o diretor da agência, André Pepitone, informou que a tarifa da CPFL Paulista passará de R$ 404 por Megawatt¬hora (MWh) para R$ 484/MWh.
Em março, a Aneel aprovou o reajuste tarifário anual de outras cinco distribuidoras do grupo CPFL Energia que também atendem ao interior do Estado (CPFLs Jaguari, Sul Paulista, Leste Paulista, Santa Cruz e Mococa). As concessionárias, de menor porte que a CPFL Paulista, tiveram as áreas de concessão e tarifas unificadas.
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