Os lixões clandestinos não param de se multiplicar e viram ameaça ao meio ambiente e à saúde pública em Itapetininga. Na cidade há aproximadamente 30 depósitos irregulares pelos mais diversos cantos. Os lixões a céu aberto sobrevivem pela falta de fiscalização, local adequado para descarte e, principalmente, pela falta de educação por parte de moradores.
Segundo os residentes dos bairros onde há o problema, constantemente carreteiros, tratores e até carros de passeio despejam grande quantidade de material sem a menor preocupação nestes pontos. Os depósitos de lixo irregulares estão em bairros como Vila Sônia, Prado, Estância Conceição, Jardim Fogaça, Cambuí, Taboãozinho e Vila Piedade.
Na estrada Bento Munhoz Mariano que se inicia na Avenida Nisshinbo do Brasil e chega ao bairro Estância Conceição, o depósito de lixo acontece a qualquer hora do dia. O entulho e lixo doméstico se estendem por 150 metros da estrada. Garrafas plásticas e de vidros, sofás, restos de construções e madeira, papelão, para-brisas de carro e até mesmo animais mortos são descartados e formam a paisagem desoladora do local ao lado de uma indústria.
Moradores da Vila Santana também reclamam de um depósito de lixo numa ribanceira da Vila Santana. Eles afirmam que, além do mau cheiro, o material despejado pode comprometer uma nascente do local. Eles afirmam que já ligaram para o serviço 156 da prefeitura, mas nenhuma medida foi tomada. Os entulhos aparecem na margem elevada de um curso de água na rua Osório Pedrico, na parte alta do bairro.
Apesar de uma placa, o lixo continua a ser despejado clandestinamente na área. Uma moradora, que preferiu não se identificar, revela que os próprios moradores jogam o lixo. “Falta educação para algumas pessoas que não conseguem manter o local onde vivem limpo”, critica. Segundo ela, também falta fiscalização na cidade. “Só está assim porque o poder público fecha os olhos”, conclui.
A demora para instalação de novos ecopontos, o valor cobrado pelo aluguel das caçambas – cerca de R$ 150 por dois dias – e a falta de um serviço periódico de coleta de resíduos têm contribuído para a multiplicação dos lixões clandestinos em Itapetininga. O município possui apenas um ecoponto e recicla um quantidade minimo de todo lixo coletado.
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