O deputado federal Guilherme Mussi (PP-SP) compareceu a apenas uma sessão de votação da Câmara dos Deputados no mês de novembro. As ausências são as últimas de uma série de 35 faltas não justificadas do parlamentar. O número corresponde a 34% do total de 103 reuniões realizadas pelos federais em 2017. Mussi, que também é presidente estadual do seu partido, encabeça a lista dos deputados que mais faltaram ao trabalho neste ano. Ele foi o mais votado na cidade com 10.217 votos (17,89%) e esteve em Itapetininga na última quinta-feira, dia 11, acompanhando o ministro da Saúde, Ricardo Barros.
Além de Mussi, outros 400 dos 513 deputados federais registraram ausências sem qualquer justificativa. Entre os 10 mais faltosos, estão o “deputado da tatuagem”, Wladimir Costa (SD-PA), com 28 ausências; o ex-presidente da Casa, que tentou anular a votação do impeachment de Dilma Rousseff em 2016, Waldir Maranhão (PP-MA), com 25, e o autor do projeto de lei derrotado na Casa que previa a criação do chamado “distritão” eleitoral, Vicente Cândido (PT-SP), com 24. A média de faltas não justificadas entre os 513 parlamentares em 2017 foi de quatro sessões. Ao todo, eles registraram, juntos, 7.114 ausências para as quais não apresentaram explicações.
Segundo um ato da mesa diretora da Câmara, publicado em 2010, são aceitas como razões para o não comparecimento às sessões: licença para tratamento de saúde, internação em instituição hospitalar, doença grave ou falecimento de parente de até segundo grau e desempenho de missão oficial autorizada pela Casa.
O Correio tentou contato com o gabinete do deputado Guilherme Mussi. Até o momento, contudo, o parlamentar não retornou o contato. O espaço está aberto para manifestações.
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