Dois em cada dez brasileiros sofrem com pedras na vesícula ou cálculos biliares, mas a incidência maior ocorre em mulheres acima dos 40 anos de idade. A pesquisa do órgão do Ministério da Saúde. É o caso da dona Vera Lúcia de Oliveira, de 58 anos, que vem passando por esse problema há um mês.
“Acabei percebendo que estava com pedras na vesícula esses tempos atrás. Fiquei muito amarela e fazia xixi mais escuro do que de costume. Além de estar com cólicas fortes nos rins. Depois que fazer a cirurgia vou ficar melhor”, diz dona Vera.
Conforme o médico cirurgião geral de Itapetininga, Leandro Barros Mendonça, os principais sintomas dessa doença são dispepsia (dificuldade para fazer a digestão), queimação, azia e dor do lado direito da barriga logo abaixo das costelas. “Quando a pessoa se depara com esses sintomas, o mais indicado seria fazer ultrassom do fígado e vias biliares e uma endoscopia para descartar uma gastrite, que é o principal diagnóstico diferencial”, esclarece o especialista.
Além da obesidade, outros fatores também contribuem na formação de cálculos biliares, bem como a velhice, a dieta ocidental e certa predisposição genética. Ainda segundo o cirurgião geral, no primeiro semestre de 2015, haverá a possibilidade de realização de cirurgias eletivas específicas para a doença. “Nós da área cirúrgica estamos em negociação com o Hospital São Camilo para a realização de cirurgias eletivas, (cirurgia marcadas)”, propõe.
As complicações mais frequentes são a pancreatite, segundo o médico, que é a inflamação do pâncreas devido à migração das pedras, colecistite aguda (inflamação da vesícula) que é uma urgência e a colédocolitíase, que é um entupimento do canal, que leva a bile da vesícula para o intestino, que pode deixar o paciente com a pele amarelada, a chamada ícterícia.
Ainda de acordo com Barros, aconselha-se uma dieta mais saudável. “Os pacientes devem sempre evitar alimentos com algum tipo de gordura, fritura e comidas pesadas. Quando o paciente apresentar sintomas persistentes o único tratamento é a cirurgia, chamada colecistectomia, que pode ser feita pelo método tradicional (corte) ou pela videolaparoscopia (por camêra)”, conclui.
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