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Assisti pela Netflix o recém lançado documentário “PELÉ”.
Dirigido pela dupla britânica Ben Nichols e David Tryhorn, o filme é muito bem elaborado tem uma edição primorosa, com imagens raríssimas, que nos empolga e emociona do início ao fim, nas suas quase 2 horas de duração, que passam rapidamente devido a qualidade de linguagem, imagens e profundidade que ele tem.

Achei muito interessante ser dirigidos por diretores ingleses, terra onde o futebol nasceu, são apaixonados como nós somos pela arte que o futebol tem, mas principalmente pela visão e a paixão distanciada do que se fosse dirigido por um brasileiro, apesar que os dois documentários feitos aqui no Brasil: “Isto é Pelé (1974) e “Pelé Eterno” (2004) serem ambos excelentes é que vale muito a pena assistir também.

Neste da Netflix, somos pegos pela emoção, pelo lado mais humano do Pelé, ou do Édson Arantes do Nascimento? Até ele mesmo se confunde. São 2 pessoas em uma, o homem e o mito. Acho que está análise psicológica, nem Freud explicaria.

Outra linha interessante que o documentário retrata como pano de fundo é o período da ditadura militar (1964-1985), principalmente em 1970 (anos de chumbo), quando o Brasil foi tricampeão no México e que durante os jogos muitas pessoas estavam sendo brutalmente torturadas e mortas nos porões da Ditadura Militar. É claro que o facínora e perverso, Emílio Garrastazu Médici aproveitou da situação para promover o seu governo da maneira mais ufanista possível, era a época do “ Brasil Ame ou Deixe-o”. Que atualmente, vira e mexe vem assombrar, este período negro e sórdido.

Mas tirando o terror de lado, o futebol de Pele, o maior de todos, marcou 1.282 marcou 1.282 gols na carreira, 1.081 deles pelo Santos. O único jogador brasileiro a ser tricampeão em Copa do Mundo. Nenhum desses feitos foi igualado até hoje no futebol. Um ser de outro planeta, de outra galáxia era uma obra de arte, uma sinfonia, um encanto de encher os olhos a cada lance.
Documentário magistral da altura que o Rei merece, as vezes triste, profundo, reflexivo, mas com a alegria e a emoção que ele levou ao coração e ainda leva de nos brasileiro e de todo o planeta com estas imagens que nos orgulha muito! Sim, o Pelé é nosso, o Pelé do Brasil.

Nota 10 ao documentário, nota 10 a Netflix e claro 10 com louvou pelo 10 que foi em campo (carregou 10 a vida toda na camisa da Seleção e do Santos) sua, nossa majestade “Pelé”.
Até a Próxima…

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