No século IXX um presidente dos Estados Unidos, de sobrenome Monroe, deixou como herança uma frase que ficou famosa e atravessou os séculos XX e agora XXI, ou seja, a famosa “A América para os americanos”. Monroe certamente não estava pensando no México e Canadá, países que também ficam na América do Norte, mas exclusivamente nos Estados Unidos. A frase politicamente correta, deveria ser: “A América para os norte-americanos”. Foi isso o que ele pensou.
E a partir daí, a maioria dos presidentes da nação ianque, colocaram como um dos objetivos tal ideia até chegar, após a Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945) tornou-se um dos três mais (dividindo com a China e a Rússia). Todos os mandatórios da nação ianque levavam a sério tal recomendação de Monroe, uns mais outros menos, não havendo muita diferença entre os do Partido Republicano e Democrata (os dois de maior importância lá). O Partido Democrático, como o próprio nome indica, é mais flexível em relação a uma série de costumes, impregnados desde há tempo na cultura norte-americana, sendo (bem!) mais flexíveis ao racismo (é quase proibido alguém desse partido ter algum preconceito contra os negros), aceitar qualquer gênero no indivíduo como homossexuais, lésbicas, trans e outros possíveis.
Irá trabalhar contra a pobreza (geralmente seus presidentes gastam milhões em saúde dos norte-americanos mal-sucedidos economicamente). Trabalham os viciados (mas não as drogas) e combatem as máfias existentes. Já o partido Republicano é menos liberal nos costumes, mas também combatem o racismo (bastante! Embora seu histórico em séculos passados, não muito). Totalmente favoráveis ao armamento interno e é muito forte nas regiões agrícolas, principalmente no Centro-Oeste.
Mas em relação as guerras externas (contra países) as ações são idênticas. Tanto os mandatórios do Partido Republicano e Democrata. Ambos (ou seus representantes) são inflexíveis quando o assunto é alguma ação contra os Estados Unidos. Há estatísticas que parecem comprovar que os presidentes do Democrata declararam e participaram de mais guerras externas do que os do Republicano. Como exemplo: o jovem John Kennedy (1960-1963) em 1962 mandou invadir a Baía dos Porcos em Cuba por alegar que esta nação estava abrigando submarinos soviéticos, tudo bem que era um pequeno exército norte-americano, mas que foi derrotado por uma guerrilha cubana. Isto, entre outros casos levantados pelos dois partidos.
O atual presidente Donald Trump (dos Republicanos) está comentando muito a frase do Monroe. Da maneira como Trump pensa, boa coisa não é. Por enquanto, o alvo está sendo a Venezuela, que bem ou mal é um país autônomo. E não notamos nenhuma relação dos países sul-americanos contra a fala de Donald Trump. E daí?
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