Mais de cem venezuelanos entre membros das Forças Armadas, homens, mulheres e crianças civis morreram durante o bombardeio aéreo norte-americano sobre a capital Venezuelana. E de repente. Nem foi anunciado para tal população civil que haveria tal bombardeio. Tá, isto hoje é considerado um crime de guerra universal.
Os motivos eram vários, um deles capturar ou sequestrar um homem, justamente o presidente da república de lá (bem ou mal, Nicolás Maduro era o mandatário oficial da república venezuelana). Ele, Maduro, foi acusado de incentivar o narcotráfico para a nação norte-americana. E a outra que, segundo especialistas brasileiros, era o motivo principal: os postos petrolíferos venezuelanos. Esta nação é considerada como a mais produtiva petrolífera do mundo. Não que os Estados Unidos estivessem no momento precisando disto. É quase suficiente e possui dólares suficientes para a compra deste produto. Mas no futuro? Nunca se sabe.
Também o governo de Donald Trump sentia um pouco de inveja de Maduro vender o precioso para a China em larga escala. O objetivo de defender o petróleo venezuelano foi um dos motivos desta invasão segundo o próprio Trump. É certo que vários presidentes de lá jogaram, em anos anteriores, toda a economia na produção de petróleo, esquecendo do restante. Isto há várias temporadas presidenciais, e deu no que deu. Mas isto seria (ou era) um problema a ser resolvido pelo povo da pátria. E não por um país estrangeiro. Mas não foi.
Maduro, na sua prisão, foi trato como um “cucaracho”, que governava uma “república de banana”. Reparem na foto (e não é fake) oficial norte-americana – Maduro num avião militar (a de sua esposa não aparece) de mãos aparentemente atadas, sentado entre dois soldados como se fosse um condenado a morte. Repito, bem ou mal, Nicolás Maduro era oficialmente presidente da Venezuela, e está alojado em uma das piores prisões estadunidenses.
Para muitos observadores, o sequestro dele foi “apenas” um dos motivos para Donald Trump dominar o país invadindo o país na base de “agora pode ser outro país sul-americano”. Aliás, a reação de outros países da América Latina foi ínfima (a não ser as declarações das embaixadas brasileiras e uruguaias. A Colômbia deu uma declaração mais forte, pois o presidente colombiano pode ser a próxima vítima). É interessante o funcionamento das instituições norte-americanas, agem no sentindo de serem democráticas, mas o presidente Trump não pediu, de maneira nenhuma, a possibilidade da invasão para o Congresso ianque. Só foi fazendo. Mas qual o sentido então de ser um país democrático? A interação entre estes! Mas houve?
A permanência da vice-presidente Deley Rodrigues no poder da Venezuela, de acordo com Trump, seria apenas de ficção, “de mentirinha”. O que ela poderá fazer depois disto para aparentar uma soberania do país?
Fica uma prevenção cuidar da nossa Amazonia, porque senão, alguém pode levar? Daí o consolo é dar um adeus aos rios caudalosos, fauna riquíssima, flora exótica e raríssima. Adeus, tudo!














