Agenda – 521

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O casal itapetiningano Marina, Rodrigues Wey – Cláudio Barsanti Wey, ela, fisioterapeuta e ele, médico dermatologista ladeiam os noivos Bruna Freitas (advogada, do Instituto de Terras do Estado de São Paulo, o ITESP) e Theodorico Mello advogado (Mello e Couto Advogados – Itapeva e agropecuarista, em casamento realizado na Catedral Santa Ana, em Itapeva, no último sete, num sábado e recepção no Espaço Manacá. Os noivos seguiram em lua de mel para Cancun, México.

 

Momo I
Além dos bailes noturnos e matinês infantis do Clube Venâncio Ayres (que é um setor privado), o único sinal deste carnaval na região central da cidade no chamado Centro Velho foi um alto falante que tocava marchinhas antigas no Largo dos Amores, pela manhã, tarde e noite, desde o sábado, quatorze até a chamada terça-feira “gorda” dezessete, último dia da folia momesca. Para alguns tradicionais carnavalescos desta cidade ainda bem que as canções ouvidas pelo som eletrônico fossem antigas marchinhas (“Mamãe, eu quero”, “Chiquita Bacana”, “Cabeleira do Zezé”, “Marcha do Remador” e muitas outras). Ruim se o som fosse de rock, funk, axé, sertanejo, “reggae”. Seria pior, muito pior.

Momo II
Angatuba foi uma das (poucas) cidades animadas neste triduo carnavalesco, nesta região do sudoeste paulista. Quase toda a cidade participa da festa, aplaudindo o tradicional desfile ou brincando nele. Duas escolas de samba movimentam a folia angatubense: a “Maracatu” e a “Liberdade” com seus sambas – enredos próprios, fantasias luxuosas e muita animação e as duas recebem um (muito bom!) apoio da Prefeitura. Durante o trajeto, os participantes são (muito!) aplaudidos pela população e há muito confete e serpentina. Tudo muito parecido com o carnaval itapetiningano de décadas atrás quando a animação acontecia na rua Campos Salles, que ainda é a principal passarela da cidade, embora não mais do carnaval, infelizmente.

Cidade maravilhosa
Diretor Comercial deste “Correio de Itapetininga” o incansável Odilon Rosa Rezende e o empresário de “shows” musicais nesta cidade Márcio Duarte de Mello (Padaria São João) como fazem todos os anos foram para o Rio de Janeiro, sempre no último final de semana antes do carnaval, neste ano, de seis (sexta-feira) até nove (segunda-feira) e acompanhados do agropecuarista Juca Basile Martins. Hospedados em um hotel de Ipanema os dias passados lá, para eles, foram muito bem aproveitados naquele final de semana chamada de “pré-carnavalesca”. Entre outras atividades, os moços itapetininganos desfilaram no tradicional bloco ipanamense “Simpatia é Quase Amor”, que mesmo nos ensaios leva milhares (milhares!) de foliões atrás da banda. E na cena noturna, o bairro boêmio da Lapa foi o preferido, assistindo o “show” brasileiríssimo da cantora Teresa Cristina, uma das pioneiras na revitalização (noturna) do famoso bairro. Segundo Odilon Rezende, o povo carioca tem uma tendência natural e cultural para o canto e a dança carnavalesca. Levam a folia carnavalesca muito a sério. O paulistano agora é que está aprendendo isso.

Mi Buenos Aires querido
A nutricionista itapetiningana Maria Lúcia Pinheiro (que trabalha em Capão Bonito) segue com a caravana capitaneada por Ana Maria Pires Nalesso para a capital da Argentina no próximo maio. A filha de Maria Lúcia, Helena (aliás uma moça muito bonita) não acompanha a mãe na viagem pois já tem outro compromisso. No mesmo período segue para as delícias de Porto Seguro, na Bahia. Helena forma-se este ano em Medicina Veterinária na Faculdade Estadual de Apucarana, Paraná.

Veia artística
A jovem paulistana, cantora e agora atriz Bruna Caran filha da avareense Lúcia Piedade Novaes e neta pelo lado materno da itapetiningana Maria Margarida Piedade Novaes, a Margô, do tradicional clã Piedade daqui, foi contratada recentemente pela poderosa TV Globo. Bruna (cuja mãe Lúcia é integrante do bem sucedido conjunto paulistano “Seresteiros Urbanos”) já está gravando uma minissérie, a ser lançada em breve, estrelada por Antonio Fagundes, entre outros.

Na passarela
A repórter televisiva Sabina Simonatto que trabalhou durante algum tempo na TV-TEM daqui, não parou “um minuto” de acompanhar os dois dias de desfiles das escolas de samba do Grupo Especial no Sambódromo paulistano, agora empunhando o microfone da Tv Globo / São Paulo. Nas penúltimas sexta-feira, treze e sábado, quatorze, Sabina mostrava tudo o que acontecia de interessante e situações inesperadas durante o trajeto das agremiações e a todo momento atendia os pedidos do apresentador Chico Pinheiro que perguntava- “Aonde está você agora Sabina?”.

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