A vigília
O homem (Jair) estava esperando uma determinada multidão na madrugada do último sábado (dia 22) ao redor de sua casa num luxuoso condomínio da capital federal. Seria uma concentração de apoio moral (e eleitoral) de pessoas simpatizantes (ou fervorosamente simpatizantes) pois o homem (Jair) estava em prisão domiciliar pedida pela Polícia Federal e aceita pelo Supremo Tribunal Federal e aceita pelo Supremo Tribunal Federal pela sua liderança golpista em 8/1/2023. Seria uma vigília de oração religiosa, entre outros temas e que foi organizada por um dos filhos do homem preso (Flávio).
Só que o homem preso, talvez empolgado, mexeu na sua tornozeleira eletrônica, desligando-a praticamente. Tal feito e resultado chegou rapidamente na sede da PF e daí houve os movimentos de praxe ou prisão na prisão mesmo. E a pergunta que ainda foi bem respondida “O desmanche da tornozeleira coincidiu com a aglomeração favorável ao homem (Jair). Ou foi apenas mera coincidência?
Megafone
Depois dizem que o presidente da Venezuela, Maduro, fala muito. Mas é certo que o país sulamericano está sendo abordado por todos os lados. Primeiro, as bombas aéreas que destruíram vários navios que circundavam águas venezuelanas, embarcações acusadas de transporte de vários tipos de drogas. Mas foi averiguado isto por algum tribunal? Depois o maior porta aviões norte-americano chegando perto das costas do maior produtor de petróleo do mundo.
Para que? E agora aviões de diversas companhias aéreas estrangeiras negando desembarcar no Aeroporto Internacional. O que quer Donald Trump? E como outros países da América do Sul aceitaram isto? Reagirão? Lembram daquele anúncio muito transmitido anos atrás que terminava assim: “…amanhã pode ser você”?
Novela das seis
E só pode ser a da TV Globo de título “Êta Mundo Melhor”, protagonizada pelo atrapalhado Candinho (interpretada pelo excelente Sérgio Guizé), um descendente do Zeca Tatu (de Monteiro Lobato), onde tudo é muito confuso apesar do matuto urbano paulista ser rico, dono de uma fábrica de biscoitos. A cor (filmagem) lembra muito os filmes norte-americanos das décadas de1940 e 1950.
Aliás, a ação se passa na década de 1950, inclusive com toda a linguagem daquela época, quando o aparelho de rádio transmitia todas as novidades. Uma delícia também a personagem Dita Ribeiro (Jennifer Nascimento), uma aspirante a cantora (de rádio) que interpreta sambas-canções que atravessam anos, músicas lançadas por Dalva de Oliveira (a rainha da vez) e Angela Maria (a rainha do rádio) como “Que será?” e “Vida de Bailarina”.
Bonito de se ver
O embate futebolístico entre o Remo e Goiás, no último vinte e três, domingo, no Mangueiras, estádio do Remo em Belém do Pará. Após 31 anos, o grupo paraense volta na turma A, elite do futebol. A torcida (50.000 pessoas) extravasou-se.
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