Devaneios sobre rios

O “Nilo” fez surgir o Egito e ainda sustenta seus monumentos. O “Yang-Tsé” atravessa a China totalmente. O “Amazonas” banha inteiramente a floresta insondável; o “Tigre e o Eufrates” definem os limites da Babilônia e o velho Chico que corta o Brasil nos mais longos rincões.
Os úteis rios, não são apenas a principal fonte da civilização. Eles também simbolizam a ideia de movimento, de transformação permanente da existência. Especialmente no mudo pós-industrial, no agitado mundo de hoje, nada existe ou sobrevive fora da correnteza. Como cantava Tom Jobim: “A correnteza do rio, vai levando a minha dor” …
Entramos num campo de corredeiras, de processos que evoluem de maneira acelerante, de cidades onde as pessoas vivem mais do que as casas.
Estamos num tempo de rios imensamente caudalosos. Na antiga e histórica Grécia, Heráclito percebeu que ninguém entra duas vezes nas mesmas águas do mesmo rio. As águas se vão, as pessoas, todas, se transformam. O pensamento dialético nasceu naquele rio onde o filósofo grego “viu a nossa loucura”, como disse categoricamente o grande e considerado escritor argentino Jorge Luiz Borges.
A sabedoria Árabe também nos ensina, com sabedoria, que os cadáveres dos nossos inimigos passarão um dia na correnteza do rio.
O rio, além de ser um dos motivos mais interessante da geografia, ele é o meio de vida para animais e vegetais e constitui, indubitavelmente, fonte de vida para milhões de seres humanos.
Fornecem água para a irrigação e para processos industriais, inclusive para fazer água pesada para pesada para energia elétrica e atômica e também vias de navegação.
Itapetininga, como outras cidades da região, tem ligação direta com o rio do mesmo nome, que lhe proporciona água distribuída a toda população local, corretamente, sem apresentar nenhum problema grave.
Neste dia 20 de outubro, através de decreto municipal, comemora-se o “Dia do Rio Itapetininga”, data festejada intensamente não só pelos amantas daquele que lhes proporciona água e uma via de circulação e ambientes paisagísticos, como também apaixonados desmesuradamente pelo rio, o presidente do Condema Décio Lobo, ou Roque Rolim Guilherme, conhecedor profundo e defensor intransigente daquela caudalosa vertente do precioso líquido.
Fernandinho Rosa, ex vereador e um dos guardiões do rio, sempre propugnou pela saúde do “Itapetininga”, cuidando da preservação e limpeza, chefiando caravanas interessadas em conhece-lo. Outros também assim procedem. Num momento em que o meio ambiente vem sendo totalmente devastado por falta de política pública do atual. governo federal.

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