Judaísmo e Cristianismo

Martinho Lutero e João Calvino não foram fundadores de igreja, mas apenas reformadores da igreja já existente desde tempos imemoriais. Por que imemoriais? Porque o cristianismo não é uma apostasia do judaísmo, porém antes o seu desdobramento, conforme predisse Moisés e outros profetas, como Isaías, Miquéias e por aí vai. Assim como os apóstolos não foram fundadores, mas edificadores da igreja já existente. No Torá, Moisés disse: “O Senhor teu Deus te despertará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, como eu; a ele ouvireis”. (Deu. 18:15).

O profeta que Deus despertaria no meio do povo judeu é Jesus Cristo, o Redentor, o Messias. Não se deve esquecer que Maria era judia e José, pai putativo de Cristo, era judeu. Tanto Maria como José pertenciam a tribo de Judá, descendentes do rei Davi.

É uma pena que o povo não consegue entender os mistérios divinos. Não entende, porque não lê e se lê não sabe interpretar.
Jesus, como Redentor, exerce três funções, tais como: profeta, sacerdote e rei. Como profeta, Ele revela pela sua palavra e pelo seu Espírito a vontade Divina para a salvação do ser humano.

João, o apóstolo do amor, afirma: “Deus nunca foi visto por alguém. O Filho Unigênito que está no seio do Pai, este o fez conhecer”. (João 1:18) Como sacerdote, Ele se ofereceu a si mesmo, uma vez em sacrifício para satisfazer a justiça divina, reconciliar-nos com Deus e faz contínua intercessão pelos pecadores redimidos. É por isso que nas comunidades evangélicas não há missa, porque a cerimônia em si, conforme afirma o celebrante, é uma repetição do sacrifício de Cristo que foi feita uma vez para sempre no monte do Calvário. A Bíblia ensina que Cristo ofereceu-se uma vez para tirar os pecados de muitos. Diz ainda que Cristo aparecerá segunda vez sem pecado aos que o esperam para a salvação. (Hebreus 9:28). Jesus e somente Jesus faz uma contínua intercessão pelos pecadores redimidos. Não há santo que tenha esse poder, porque os que morreram em Cristo entram na glória eterna. Não têm condições de ver os que sofrem neste mundo e nem interceder por eles. Se eles vissem os sofrimentos dos seres humanos, não estariam na glória, gozando das delícias celestiais. Como rei, ele nos sujeita a si mesmo, governando-nos e protegendo-nos. Como protetor ele subjuga todos aqueles que são seus, subjugando, também todos os inimigos daqueles que foram redimidos pelo seu sangue derramado na cruz.

Jesus, antes de ser assunto para o céu, disse para os seus discípulos: “Ide, ensinai todas as nações, batizando-as e nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado, e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém”.

Jesus está conosco sempre e ele é nosso profeta, sacerdote e rei. Há muitos que o esperam ainda e ele já veio, cumprindo as profecias dos profetas judeus. Não é interessante, caro leitor?
(Estudo baseado na Bíblia e no Catecismo de Westminster)

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