Os Poliglotas

Depois da ressurreição de Cristo, cinquenta dias depois para ser mais exato, desceu o Espírito Santo. Foi o dia de Pentecostes. Desceu de repente do Céu, morada do Altíssimo, e veio num vento impetuoso e encheu toda casa. ( Atos 2) A residência estava cheia de pessoas, porém todas estavam assentadas. Não faziam nada. Não havia no coração amor, fervor e iluminação. O medo dominava o coração de cada um.
Apareceram, distribuidas entre eles, línguas, como de fogo e pousou uma sobre cada um deles. Língua para falar com fervor e fogo para amar e iluminar.
O vate português, Luís Vaz de Camões, num soneto, definindo o amor, disse: “Amor é fogo que arde sem se ver”. Se o amor terreno é invisível, o amor divino é manifestado pelo perdão, pela caridade e pela misericórdia. Jesus é a manifestção do amor. João, o secretário do coração de Cristo, confirma a nossa palavra, nestes termos: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho Unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16)
Diz o historiador das obras do Espírito Santo que todos, no dia de Pentecostes, passaram a falar em outras línguas sobre as grandezas de Deus. Cumpria-se a profecia de Cristo e a de Joel. Língua para falar, fogo para amar e iluminar. ( Joel 2:28 e Atos 1:4)
Como a língua de fogo pousou na cabeça de cada um, a mente que estava embotada, foi despertada para falar em outras línguas. Passaram a dizer na língua dos medos e persas que Jesus é o único salvador. Na língua dos elamitas que Cristo é o único mediador entre Deus e os homens. Na língua dos romanos, que Jesus é a pedra fundamental e principal da igreja. (Atos 4:8)
Como a língua era de fogo, houve um despertamento para demonstrar o amor que era invisível, abstrato e infrutífero. Começaram a amar o próximo, porque chegaram à conclusão lógica que Deus é amor. Passaram a viver juntos e unidos e tinham tudo em comum. O beijo tornou-se em ósculo santo e cumprimentavam-se, uma vez que a comunicação se tornou num sacrifício a Deus.Viam uns aos outros na comunidade, na rua, na cidade. Ninguém virava mais o rosto, como se não enxergasse o seu próximo.
Como a língua era de fogo, o invisível passou a ser visto e entendido. Passaram a entender a Palavra de Deus e, os pontos difíceis das Escrituras, tornaram-se fáceis. Não havia mais aquele blá, blá,blá na igreja, porém as perguntas passaram a ser inteligíveis e tinham um único objetivo: glorificar a Deus e aumentar o número de redimidos. Os discípulos tornaram-se poliglotas para honra e glória de Deus. Bendita seja a vinda do Espírito Santo.

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