“Protestos”

Demorou bastante mas, enfim, começaram os protestos de estudantes norte americanos, franceses e possíveis adesões de outros países europeus contra o confronto entre Israel e Palestina, iniciado há sete ou oitos meses atrás. O termo confronto aparece neste exto e não guerra. Guerra indica briga entre dois exércitos e a Palestina não possui exércitos e sim brigadas que seriam organizações coletivas não oficiais no sentindo de defesa do território palestino de Gaza. Como quase todo mundo sabe, o inicio da tragédia começou com o ataque do Hamas em colônias israelenses desprevenidos, matando cerca de 1500 deles e fazendo reféns, segundo a imprensa internacional. Não resta duvida que tal ação pegou o serviço de inteligência de Israel completamente desprevenido. A reação daí foi imediata: bombas e mais bombas sobre o território palestino de uma forma incessante ocasionando (pelo menos até agora) cerca de 35.00 mortes. A nação árabe completamente dizimada. Bom, mas voltemos aos inicio deste texto. Houve tímidos protestos de nações europeias diante do fato da inferioridade de um dos contestadores pela falta de comida e água, medicamentos, alojamentos, hospitais, enfim tudo o que é necessário para manter seres humanos vivos. A situação chegou a tal ponto que estudante norte-americanos e franceses entraram em ação. Alguns pró-Israel mas a maioria pró-Palestina. Os defensores desta última nação começaram a armar barracas nos campus de vários centros de ensinos superiores como a Universidade de Columbia da cidade de New York, uma das mais afamadas do mundo ocidental, principalmente nos setores de Filosofia, Letras e Tecnologia. A disputa entre estes dois segmentos (pró e contra) está mais que acirrada. Muitas prisões, formaturas canceladas, nos campus universitários e no caso da nação americana tudo isso pode influenciar os resultados das eleições de novembro de 2024. O presidente dos Estados Unidos está sendo acusado de favorecer o lado israelense do conflito. Até então Biden é favorito para vencer Trump. A reação universitária faz lembrar (um pouco) os históricos embates do universitários francês contra De Gaulle na França e as passeatas deles, estudantes, nas ruas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e quase todas capitais brasileiras conta selvagem ditadura civil-militar que assolou durante 21 anos nosso país.

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