O amigo de quatro patas, muitas vezes, é considerado como o integrante de uma família. Isso explica em parte o motivo de muitos bichos de estimação receberem nomes próprios registrados apenas em seres humanos. É o caso do cachorro Nicholas da raça yorkshire e de George, uma calopsita.
Os dois animais foram comprados pelo seu proprietário, Calixto Fogaça, que exerce a profissão de veterinário em uma clínica da cidade. Ele conta que o nome próprio foi colocado ao acaso.
“Eu e minha família escolhemos os nomes do bicho de estimação ao acaso mesmo. Nos identificamos com esses nomes diferentes”, conta o dono.
Fogaça também fala sobre o convívio com os animais. “O cachorro, Nicholas, era um filhote de uma fêmea que ganhamos quando eu fazia faculdade de Medicina Veterinária. Ele hoje possui cinco anos de idade. A mãe do nosso cachorro também possuía nome próprio. Era chamada por nós de Maria Eduarda”, lembra o veterinário.
Por trabalhar em uma clínica de animais, Fogaça explica que recebe vários clientes, tanto gatos como cães, com nomes comuns, típicos de seres humanos e longe das tradicionais escolhas para animais de estimação.
“Tenho muitos clientes com animais com nomes de pessoas. Cada um possui um motivo especifico para colocar esses nomes, mas acho que é porque são integrantes da família. Por dia recebemos inúmeros animais com nomes diferentes. Hoje mesmo fiz uma operação em um cachorro chamado Rafael,” conclui o veterinário.















