O famoso cavalo da Casa Zebu, hoje exposto no Centro Cultural de Itapetininga, completará um século no próximo dia 18 de março. A Casa Zebu, localizada na rua Quintino Bocaiúva, a ex-rua das Tropas, era uma referência da cidade nos idos de 20 até 1950.
Propriedade do saudoso Gumercindo Soares Hungria, o estabelecimento foi fundado em 1918, dedicando-se à fabricação de montarias, cintos e diversos outros artigos de couro, possuindo um movimento incomum na época. Segundo o odontólogo Roberto Soares Hungria – um dos filhos de Gumercindo – a casa tinha variedade de produtos a preços acessíveis, atraindo enorme freguesia de toda região.
Desde sua fundação, o cavalo ficava na entrada na loja devidamente arreiado e pronto para ser montado por qualquer pessoa, mas, preferencialmente, pelas crianças, que viam no animal um simulacro “dos cavalos que apareciam nos filmes de faroeste dos longínquos anos de 30, 40, 50,60”.
O cavalo foi confeccionado em madeira por um alemão, Fernando Scherer, residente da Vila Santana, é uma verdadeira obra-prima. Este cavalo permaneceu identificando a famosa casa até inicio dos anos 90, doado, posteriormente, pela família à Prefeitura Municipal, onde se encontra até hoje no Centro Cultural do Largo dos Amores.
O eqüino, inteiramente de madeira e feito artesanalmentefoi exposto por muitas vezes na capital paulista, na Semana do Folclore e, também, em Olímpia. Não só os moradores da cidade tiveram o privilégio de desfrutar da sensação de andar no “cavalo”, mas visitantes que passavam por Itapetininga faziam absoluta questão de levar seus filhos a cavalgar o animal, com direito a fotografia, que guardavam como recordação e para “a posteridade”.
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