A Maratona constitui a prova de honra dos Jogos Olímpicos Modernos. Na clássica e famosa Olímpiada Grega, não havia Maratonas. A prova foi criada há pouco mais de cem anos, em louvor e homenagem a um herói grego que correu exatamente 42 quilômetros para anunciar a seu valoroso povo que Atenas acabava de derrotar os persas na extraordinária batalha de Maratona.
O lendário guerreiro Filípedes deu a notícia e caiu morto de fadiga pelo percurso e velocidade da corrida. Foram centenas de Olimpíadas, transcorridas de quatro a quatro anos em muitas e muitas dezenas de países.
Competições que exaltaram gloriosamente atletas como João do Pulo, Marcelo Negrão e os maratonistas Zatopek e Abebe Bikila, membro da guarda de honra do Imperador Selassiê e o único a vencer por duas vezes seguidas a Maratona. Tornou-se herói nacional da Etiópia e consagrado em todo o mundo. Nas Olimpíadas realizadas no México, na década de 60, quem esteve presente nas competições foi o itapetiningano Jonas Alves de Araújo, saudoso atleta local. Ele, na época, chefiou uma delegação de atletas da cidade de Botucatu, onde era professor. Não podemos deixar de falar do nosso Neto Malatesta, que esteve presente nas últimas Olimpíadas, na direção técnica de nossas equipes de basquete. Um orgulho de nossa cidade. Na última Olimpíada, realizada no Brasil, sua participação foi maior ainda.
Talvez, em razão de participações constantes em corridas semelhante é que o casal Thiago Machado e Márcia Bicudo – comerciantes – foi taxado como a dupla “Maratona”. Ficaram então conhecidos em todos os locais onde desenvolviam competições, todas oficiais.
Num percurso, de exatos 42 quilómetros notabilizaram pelo bom desempenho que tem alcançado nas provas realizadas nas ruas das cidades patrocinadoras dos eventos.
Segundo o casal, “a felicidade atinge-nos plenamente, uma vez que nos sentimos completamente saudáveis, tanto no plano físico como no espiritual”. Não escondem a satisfação em poder conhecer constantemente novas amizades e ampliar a cultura, a partir dos diálogos que travam com outros participantes.
Integraram até agora mais de duas dezenas “dessas corridas de rua” realizadas em diversos municípios do Brasil, e a última foi, recentemente no Rio de Janeiro. Através dessas participações, o casal conheceu diversos atletas de outros países e, atualmente se comunica com quase todos através das redes sociais.
Apelidado de “casal Maratona”, participaram também de uma corrida realizada em Buenos Aires e pretendem agora se preparar convenientemente para “grande corrida dos Estados Unidos, em data a ser fixada.”. Talvez no mês de janeiro próximo. E a satisfação de Thiago e Márcia é ostentar na camiseta que usam durante as provas, com todo o orgulho, o nome de Itapetininga, que levam a todas as localidades onde percorrem.
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