Os Titãs se apresentam em Itapetininga no dia 19 de novembro, no Clube Venâncio Ayres, sede campestre. Branco Mello, Sergio Britto e Tony Bellotto, agora acompanhados por Beto Lee na guitarra e Mário Fabre na bateria, apresentam o show Tour 2016 – Retrô, que reúne sucessos em 34 anos de carreira. Em 2016, os Titãs foram considerados a melhor banda no 27º Prêmio da Música Brasileira.
A expectativa, segundo a organização, é que o público chegue a 3 mil pessoas de toda a região. Segundo um dos organizadores, Odilon Rezende, será uma apresentação histórica na cidade. “Será emocionante para os fãs ver a apresentação e e relembrar os sucessos dessa banda considerada a melhor do rock nacional”, afirma.
A casa abrirá às 21h e o show está previsto para começar por volta das 0h30. A apresentação integra o 1º Festival da Primavera do clube. Toda estrutura do evento será montada à beira da piscina com bar e praça de alimentação, que será comandada pela “Maestro Hamburgueria”.
Antes dos Titãs subirem ao palco, as presenças das bandas “Beto Balanço” (de Itapetininga) e Simphony (de Tatuí) vai animar o público. Após o show, a galera ainda pode curtir a noite com o som do DJ Joonior (ex-vocalista do Viva a Noite). As mesas já foram quase todas vendidas, mas ainda restam algumas em determinados espaços. Também há ingressos para pista e para a área VIP sendo comercializados.
Os convites já estão vendidos nas na secretaria social do Clube Venâncio Ayres, Pronto Socorro das Bebidas, Padaria São João, Corte e Stilo Cabelereiro, Donna Jó Moda, Tamura Center Car e também no Portal do Ingresso (www.portaldoingresso.com.br)..
Os convites do primeiro lote custam R$ 40 (pista), R$ 60 (área VIP) e R$ 480 a mesa para 4 lugares com 1 litro de Red Label ou Vodka Absolut, além de copos personalizados. O segundo lote começará no dia 10 de novembro. O ideal é aproveitar para adquirir o ingresso antecipadamente. A produção local é da MCA Eventos. Informações pelos telefones (15) 3271-00231 e (15) 99709-1151.
Nova formação
Em julho deste ano, o então compositor, vocalista e guitarrista dos Titãs, Paulo Miklos, anunciava a saída da banda paulista para se dedicar a projetos solos. Antes, o time de rockeiros havia perdido Arnaldo Antunes (1992), o também guitarrista Marcelo Fromer (falecido em 2001), o baixista Nando Reis (2002) e o baterista Charles Gavin (2010). Miklos representou a quinta baixa da formação clássica do grupo, fundado em 1982. O fim, no entanto, nunca pareceu próximo.
Desde o adeus de Miklos, Branco Mello (baixo e vocais), Sergio Britto (teclado e vocais) e Tony Bellotto (guitarrista) seguiram em frente com a mesma pegada rock n’ roll que rendeu sucessos, prêmios musicais e álbuns memoráveis ao longo de 34 anos de carreira. Longevidade que se destaca pela união dos remanescentes diante da raridade de bandas de rock que permanecem na ativa por um período tão longo, independente dos motivos que levam a saídas para novos projetos.
Reinventar-se se tornou, embora obrigatório diante das circunstâncias, prazeroso para quem ficou, segundo Tony Bellotto. A prova disso é que a dupla de músicos que se juntou ao trio Mello, Britto e Bellotto, Mário Fabre (bateria) e Beto Lee (guitarra), revigorou o grupo com a pulsante energia titânica.















