O Jornal Correio resgata momentos marcantes de Itapetininga, relembrando reportagens publicadas há duas décadas. Nesta edição, revisitamos a matéria “Praças da cidade estão mal conservadas”, de 2006, que mostrava reclamações sobre as condições de algumas das principais praças do município, apontadas por moradores como necessitando de reformas, revitalização e melhor preservação.
Mônica Chirosa
“Algumas praças de Itapetininga apresentam estado precário e necessitam de reformas e de um trabalho de reurbanização. A da Avenida Peixoto Gomide está com árvores centenárias que apresentam raízes que foram quebradas. As praças mais antigas, como a Peixoto Gomide, Marechal Deodoro, Duque de Caxias e Siqueira Campos, precisam urgentemente ser reformadas, restauradas e preservadas, pois fazem parte de um patrimônio histórico da cidade”, ressalta Wagner Leite dos Santos, autônomo.
“Não existe nenhum projeto para a construção de novas praças, em locais que quando foram loteados, já deixaram reservados os espaços para áreas e centros de lazer”, confirma o Secretário de Obras, José Cézar Almeida.
“Existem projetos para a reurbanização e reformas das praças já existentes. No ano passado foi realizada a reforma da praça Marechal Deodoro, que teve bancos e a fonte pintados. As praças da Nisshinbo do Brasil e da Vila Nova Itapetininga tiveram a iluminação trocada”, conta ele. Os trabalhos de corte, poda e limpeza são feitos mensalmente por uma empresa terceirizada, que cuida de todas as praças da cidade, finaliza ele.
Segundo o presidente do Conselho de Defesa do Meio Ambiente (Condema), Guilherme Nalesso, é realizado um trabalho de descupinização nas árvores das praças centrais, justamente as mais antigas. O presidente afirmou que pretende iniciar uma parceria com a Prefeitura em relação às praças. “O Condema conta com vários profissionais altamente qualificados como engenheiros florestais, arquitetos e urbanistas, que ficarão à disposição da Prefeitura, para um trabalho de reurbanização das praças da cidade”, completa Nalesso, que tomou posse da presidência da entidade ambiental recentemente.
Denúncias
Uma denúncia foi feita sobre uma área existente à rua Nelson Suradi, na Vila Nastri, que foi invadida por populares e está sendo cercada. A ideia sobre a venda da área, em forma de loteamento não foi descartada pelos moradores.
Segundo informações obtidas na Prefeitura, o terreno citado pelos moradores pertence à Prefeitura e, na quarta-feira, fiscais estiveram no local e verificaram que realmente a área havia sido invadida e cercada. Na ocasião foram retirados e apreendidos o arame e os palanques do terreno, e os fiscais ficaram até 22h trabalhando. Esta área é uma sobra após a construção de uma igreja que existe no local e não é destinada a praça ou área de lazer.
Um outro terreno, que fica no final da rua, tem como destino a futura construção de um centro de convivência ou de lazer no bairro, afirma Claudinei Ramos, do setor de Fiscalização. “O próximo passo será descobrir quem foram os autores da invasão, para que sejam notificados”.
Leia outras matérias que marcaram a história de Itapetininga na série “No Correio há 20 anos” clicando aqui.
O Jornal Correio resgata momentos marcantes de Itapetininga, relembrando reportagens publicadas há duas décadas. Nesta edição, revisitamos a matéria “Praças da cidade estão mal conservadas”, de 2006, que mostrava reclamações sobre as condições de algumas das principais praças do município, apontadas por moradores como necessitando de reformas, revitalização e melhor preservação.
Mônica Chirosa
“Algumas praças de Itapetininga apresentam estado precário e necessitam de reformas e de um trabalho de reurbanização. A da Avenida Peixoto Gomide está com árvores centenárias que apresentam raízes que foram quebradas. As praças mais antigas, como a Peixoto Gomide, Marechal Deodoro, Duque de Caxias e Siqueira Campos, precisam urgentemente ser reformadas, restauradas e preservadas, pois fazem parte de um patrimônio histórico da cidade”, ressalta Wagner Leite dos Santos, autônomo.
“Não existe nenhum projeto para a construção de novas praças, em locais que quando foram loteados, já deixaram reservados os espaços para áreas e centros de lazer”, confirma o Secretário de Obras, José Cézar Almeida.
“Existem projetos para a reurbanização e reformas das praças já existentes. No ano passado foi realizada a reforma da praça Marechal Deodoro, que teve bancos e a fonte pintados. As praças da Nisshinbo do Brasil e da Vila Nova Itapetininga tiveram a iluminação trocada”, conta ele. Os trabalhos de corte, poda e limpeza são feitos mensalmente por uma empresa terceirizada, que cuida de todas as praças da cidade, finaliza ele.
Segundo o presidente do Conselho de Defesa do Meio Ambiente (Condema), Guilherme Nalesso, é realizado um trabalho de descupinização nas árvores das praças centrais, justamente as mais antigas. O presidente afirmou que pretende iniciar uma parceria com a Prefeitura em relação às praças. “O Condema conta com vários profissionais altamente qualificados como engenheiros florestais, arquitetos e urbanistas, que ficarão à disposição da Prefeitura, para um trabalho de reurbanização das praças da cidade”, completa Nalesso, que tomou posse da presidência da entidade ambiental recentemente.
Denúncias
Uma denúncia foi feita sobre uma área existente à rua Nelson Suradi, na Vila Nastri, que foi invadida por populares e está sendo cercada. A ideia sobre a venda da área, em forma de loteamento não foi descartada pelos moradores.
Segundo informações obtidas na Prefeitura, o terreno citado pelos moradores pertence à Prefeitura e, na quarta-feira, fiscais estiveram no local e verificaram que realmente a área havia sido invadida e cercada. Na ocasião foram retirados e apreendidos o arame e os palanques do terreno, e os fiscais ficaram até 22h trabalhando. Esta área é uma sobra após a construção de uma igreja que existe no local e não é destinada a praça ou área de lazer.
Um outro terreno, que fica no final da rua, tem como destino a futura construção de um centro de convivência ou de lazer no bairro, afirma Claudinei Ramos, do setor de Fiscalização. “O próximo passo será descobrir quem foram os autores da invasão, para que sejam notificados”.
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