Itapetininga encerrou o ano de 2025 com saldo positivo de 606 empregos formais, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No acumulado de janeiro a dezembro, o município registrou 24.871 admissões e 24.265 desligamentos. Apesar do resultado positivo no ano, o saldo ficou abaixo do registrado em 2024, quando a cidade encerrou o período com 1.042 vagas criadas. A comparação indica redução de 41,8% no saldo anual de empregos de carteira assinada.
Resultado ao longo do ano
O ano começou com leve retração em janeiro, quando foram fechadas 23 vagas. Em fevereiro, o saldo passou a ser positivo, com 169 postos, seguido por março, que registrou saldo de 95 vagas. O melhor resultado do ano ocorreu em abril, com abertura de 938 postos de trabalho.
Nos meses seguintes, os saldos permaneceram positivos em maio (96), junho (65) e julho (79). Em agosto, o município voltou a registrar saldo negativo, com 32 vagas a menos. A recuperação ocorreu em setembro, com saldo de 212 vagas, e se manteve em outubro, com 136 novos postos.
No entanto, o último bimestre do ano registrou retração, com saldo negativo de 447 vagas em novembro e de 682 em dezembro, período em que os dados do Caged costumam apontar redução ou desaceleração na geração de empregos formais.
Confira o total mês a mês:

Desempenho por setores da economia
No acumulado do ano, o setor de serviços liderou a geração de empregos na cidade, com saldo positivo de 707 vagas, resultado de 7.754 admissões e 7.047 desligamentos. A indústria também fechou o ano com 69 vagas geradas, enquanto a construção civil registrou saldo de 16 postos.
O comércio encerrou 2025 com saldo negativo de 133 vagas, após contabilizar 6.226 admissões e 6.359 desligamentos. A agropecuária também apresentou resultado negativo no acumulado do ano, com fechamento de 53 vagas.

Desempenho setorial em dezembro
Em dezembro, todos os setores registraram mais desligamentos do que admissões. O maior saldo negativo foi observado na agropecuária, com menos 284 vagas, seguida pelos serviços, que fecharam 226 postos. A construção civil teve saldo negativo de 68 vagas, o comércio perdeu 56 postos e a indústria encerrou o mês com saldo negativo de 48 vagas.

Os dados fazem parte do Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego, que acompanha mensalmente a movimentação do emprego formal em todo o país.
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