Melasmas, Leucodermias e Efélides. Os nomes são estranhos no cotidiano, mas especificam as principais manchas que aparecem na pele devido à exposição ao sol sem proteção. Resolvê-los, na maioria dos casos é possível, mas é preciso ter cuidados com os produtos que prometem “curas milagrosas” e ao realizar um tratamento prologado, procurar o auxilio profissional. Para quem frequenta praia ou piscina a atenção deve ser redobrada na escolha de protetores que defendem o corpo dos raios UVB, responsáveis pelo câncer de pele e contra raios UVA , principal agente causador de manchas.
O Melasma, conhecido como manchas escuras na pele, é causado por diversos fatores, entre eles a exposição solar. “Esse tipo de manifestação na pele ocorre principalmente nas pessoas que ficam expostas por muito tempo ao sol”, conta a dermatologista de Itapetininga Lúcia Laura Haidar. Ele ocorre principalmente em pessoas com cor de pele clara.
Conforme a dermatologista, o tratamento para o desaparecimento destas manchas deverá ser continuo, mas é preciso ficar alerta com os produtos utilizados. “Ao comprar protetores solares é preciso avaliar o PPD, sigla em inglês – Persistent Pigment Darkenin – medida de proteção contra os raios UVA que são emitidos pelo sol das 06 as 18 horas”, explica. O Melasma também está relacionado ao uso de anticoncepcionais femininos e na gravidez
A especialista conta que ao consultar a composição química do produto, antes de adquirí-lo é possível verificar se contém o PPD. “São difíceis os protetores encontrados no Brasil que contenham essa medida de proteção, mesmo se tornando obrigatório no país desde o ano passado”, conta a médica. Outra dica para evitar as manchas escuras é sempre usar óculos escuros, chapéu e protetor nas exposições mais prolongadas ao sol.
“Sardas na pele depois do sol. Tive esse problema após voltar da praia”, relata a assessora Tatiana de Campos. O nome científico para quem tem essas manchas é Efélide. Causado por intensa exposição ao sol, geralmente as “pintinhas”são arredondadas de cor castanho ou marrom e ocorrem principalmente na face, ombros e colo.
Tatiana conta que observou o surgimento das sardas após sua pele, que não bronzeia, perder a vermelhidão dos dias de sol e sentir que teve leves queimaduras no corpo. “Apesar de saber que deveria passar protetor diariamente, não faço isso, me protejo mais quando vou à praia ou á piscina.”, confessa.
O problema é um dos mais comuns ocasionados pelos raios ultravioletas. Para evitar as sardas, evitar longas exposições ao sol e usar protetores com Fator de Proteção Solar (FPS) adequado previnem o problema. “Quem frequenta a praia ou a piscina precisa tomar sol de forma gradual e sempre com protetores de acordo ao fototipo da pela e não esquecer que ao sair da água, repassar o produto novamente”, frisa a dermatologista Lúcia Haidar.
Outro problema frequente da falta de utilização de protetor solar é a Leucodermia Gutata, conhecida popularmente como sarda branca. Elas ocorrem principalmente nas pernas e braços devido ao excesso de sol tomado ao longo da vida. “Há tratamento, contudo eles variam caso a caso para melhora da pele. Os mais indicados são a base de crioterapia”, indica a dermatologista.
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