Itapetininga soma 10 casos de violência sexual em janeiro de 2026, segundo dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo. Desse total, oito foram contra pessoas vulneráveis, número superior ao registrado no mesmo período de 2025, quando houve 6 casos.
No balanço anual, em todo o ano de 2025, foram registrados 86 casos de violência sexual em Itapetininga, cerca de sete casos por mês. Desse total, 69 foram classificados como estupro de vulnerável.
Segundo a legislação,o que diferencia um estupro de um estupro de vulnerável é o fato do crime ser cometido contra menores de 14 anos, pessoas com enfermidade ou deficiência mental, ou aqueles que, por qualquer razão, não podem oferecer resistência ou não possuem o discernimento necessário para consentir. A gravidade deste tipo de crime é acentuada pela vulnerabilidade das vítimas.
Confira os números da região abaixo:

Questionada pelo Correio sobre casos em investigação e, índices de faixas etárias e gênero das vítimas, a Secretaria de Segurança Pública não retornou até a última atualização dessa reportagem.
Denúncias
Além dos órgãos policiais, há também o Disque 100, o canal de denúncia do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania para violações de direitos humanos. Ele funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, e pode ser acionado por telefone (100), WhatsApp (61 99611-0100), Telegram (Direitoshumanosbrasil), site com chat e videochamada em Libras, ou presencialmente na Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos em Brasília. O serviço é gratuito e as denúncias podem ser feitas por qualquer pessoa, incluindo anónimas.
Qualquer pessoa pode ligar para o Disque 100 (100) para denunciar violações de direitos humanos. O Disque 100 recebe, analisa e encaminha as denúncias para os órgãos competentes. As denúncias são tratadas com sigilo e recebem um número de protocolo para que o denunciante possa acompanhar o andamento da denúncia.
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