O clima seco predominante nesta época do ano influencia para o aumento de focos de incêndios em Itapetininga. Neste período de estiagem, tornam-se mais frequentes as queimadas em vegetação. Além disso, a qualidade do ar piora consideravelmente e o tempo seco vem trazendo problemas respiratórios para os moradores.
A última vez que choveu na cidade foi no dia 10 de julho, mas a chuva foi rápida, totalizando apenas 0,1 mm de água. No dia 16 de junho, há mais de um mês também choveu pouco, cerca de 0,5 mm. A cidade atingiu o período mais seco em quase duas décadas.
Mas a situaçao não ocorre apenas em Itapetininga. O estado de São Paulo tem sido um dos locais mais secos do Brasil esta semana, com níveis de umidade abaixo dos 20%, comparáveis aos do sertão do Nordeste. Níveis de umidade no ar entre 20% e 30% também estão sendo observados com frequência no norte e no oeste de Minas Gerais.
No início da semana, a reportagem flagrou uma grande queimada às margens da linha férrea próximo à antiga Estação Ferroviária. Além do risco de as chamas avançarem para outros pontos, a fumaça também é prejudicial. O fogo se alastrou rapidamente, mas foi contido pelo Corpo de Bombeiros.
Na última quinta-feira, dia 26, outra queimada foi registrada numa àrea verde às margens da rodovia Francisco da Silva Pontes (SP-127). As chamas se alastraram pelo loca e a fumaça prejudicou a visibilidade dos motoristas que passavam pelo local .Uma equipe foi acionada e conseguiu controlar o fogo. Ainda não se sabe o que tenha causado o incêndio.
O Corpo de Bombeiros orienta a população a não jogar ponta de cigarros em locais inapropriados e a evitar fogueiras, uma vez que as fagulhas podem ser levadas pelo vento e podem espalhar as chamas. Também é recomendável não soltar fogos de artifícios perto de áreas florestais.
Paciente com câncer terminal que se casou em hospital de Itapetininga morre 11 dias após cerimônia
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