A menina de cinco anos morta pela mãe e o padrasto, em outubro de 2025, no bairro Jardim São Camilo, em Itapetininga, foi enterrada ainda com vida, de acordo com o laudo necroscópico, que apontou a causa da morte como asfixia mecânica por soterramento. Com isso, a prisão do casal foi alterada de temporária para preventiva por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Itapetininga.
Relembre o caso
Uma menina de cinco anos, que estava desaparecida havia cerca de três meses, foi encontrada morta na noite de terça-feira, dia 14 de outubro, nos fundos de uma residência no bairro Jardim São Camilo, em Itapetininga. A mãe e o padrasto da criança foram presos após confessarem o crime, segundo a Polícia Civil.
De acordo com a investigação, o corpo foi localizado em uma cova rasa e estava concretado no quintal da casa onde o casal morava. A perícia apontou que o cadáver já se encontrava em estado avançado de decomposição e apresentava lesões provocadas por instrumento contundente, possivelmente ferramentas encontradas no local.
O caso começou a ser investigado após a família paterna denunciar o desaparecimento da menina ao Conselho Tutelar, relatando que não conseguia mais contato com a criança nem com a mãe dela. A escola onde a menina estudava também havia comunicado às autoridades o fato de que a aluna não comparecia às aulas há semanas.
Durante depoimento à Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Itapetininga, o casal confessou que agrediu a menina e enterrou o corpo nos fundos da casa. Segundo o delegado responsável pelo caso, ainda não é possível determinar a causa exata da morte devido ao avançado estado de decomposição, mas a suspeita inicial é de traumatismo. Um alicate com manchas de sangue foi apreendido no local e encaminhado para análise.
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