A conta de luz residencial terá um reajuste de 25,71%. O índice será aplicado para os consumidores de Itapetininga, Guareí, Sarapuí e Alambari, atendidos pela CPFL Companhia Sul Paulista de Energia (CPFL Sul Paulista). Nas quatro cidades, a concessionária atende 80 mil imóveis. O aval foi dado pela A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Os consumidores industriais e de estabelecimentos comerciais de grande porte (alta tensão) tiveram as tarifas elevadas em 33,71%. Já o consumo residencial e de pequenos comércios (média tensão) ficou com as contas de luz mais caras em 28,38%. A CPFL Leste Paulista atende a aproximadamente 55 mil unidades consumidoras.
A explicação para o reajuste, conforme a Agência, se deve aos custos com transmissão e compra de energia e pagamento de encargos setoriais. No caso das indústrias, a Agência considera a variação de custos que a empresa teve ao longo do ano passado. O cálculo inclui custos típicos da atividade de distribuição, sobre os quais incide o IGP-M, e outros custos que não acompanham necessariamente o índice inflacionário, como energia comprada, encargos de transmissão e encargos setoriais.
O aumento ocorre devido ao corte feito pelo Ministério da Fazenda ao CDE, um fundo do setor por meio do qual são realizadas ações públicas. Esse fundo iria receber R$ 9 bilhões do Tesouro Nacional neste ano.. Porém, a Fazenda decidiu cortar o repasse, para que fosse feito o ajuste das contas públicas .
O professor de filosofia José Roberto Rodrigues reclama do aumento da conta de luz. “É sobrecarregar a classe trabalhadora, já atolada em créditos e financiamentos, por mais que devamos entender o momento sensível da economia brasileira, existem outras formas de acertas as contas do governo”, critica o professor.
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