Após um ano e nove meses da desativação do antigo prédio da escola Associação Rural de Assistência à Infância e Juventude (Araiju), a prefeitura ainda não reformou a estrutura e nem construiu outra escola para atender às crianças dos bairros da Chapadinha e Estância Conceição. Enquanto isso, as instalações começam a se deteriorar. O mato toma conta de parte do prédio de mais 900 m², os vidros e algumas portas das salas estão quebrados e o teto, com goteiras, começa a ceder em alguns pontos.
O local que antigamente recebia crianças, agora sofre com a ação de vândalos, tempo e do desamparo do poder público que desde o encerramento das atividades, desocupou o prédio, informam os moradores. Os alunos que estudavam nas antigas instalações foram transferidos para uma casa que atualmente abriga 129 crianças, conforme informações da própria prefeitura.
Uma professora da rede municipal de Educação, que prefere não se identificar, afirma a necessidade da construção de um novo prédio para atender as crianças do bairro. Segundo ela, a casa que abriga provisóriamente a creche e a pré-escola Luiz Alberto Cassiano limita as atividades devido ao tamanho reduzido que o espaço disponibiliza, principalmente nos quartos adpatados como sala.
Na ocasião, a gestão municipal fechou uma locação de R$ 5 mil por mês para receber os alunos. A prefeitura não tem previsão para que o espaço e o antigo prédio doado por uma associação voltem a funcionar com a Emei que atende crianças de até 5 anos da região dos bairros da Chapadinha e Estância Conceição.
Segundo a Secretaria Municipal de Educação, para solucionar o problema, um convênio com Governo Estadual esta sendo formalizado. Porém, a administração não confirmou o prazo para o inicío obras ou se a área construída da escola Araiju será demolida. “A obra é conveniada com o Governo do Estado que nos fará o repasse da verba no valor de R$ 1.251.636,69”, diz a nota da prefeitura.
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