Educação pede socorro
Acompanhei com certa tristeza a reportagem desse jornal sobre a precária situação de uma creche localizada na Vila Mazzei, a qual no início do mês passado teve que suspender as aulas após um temporal . Além do problema com infiltrações e inundações, a pequena e precária unidade escolar sofre com a infestação de cupim e falta de infraestrutura. Por curiosidade resolvi passar até o local, pois custei a acreditar que em 2014, o poder público de uma cidade do Estado de São Paulo, o mais rico do país, deixe uma unidade escolar funcionar nessas condições. Quando se trata de cuidar das classes menos favorecidas sempre imperou a falta de vontade de quem está no poder. É preciso fazer alguma intervenção naquele local. A quem devemos pedir socorro?
Cléber Rafael dos Santos
O risco do bueiro aberto
Como todos os dias ao caminho do trabalho, passo pela Rua Leda, na Vila Santana. Nesta semana, presenciei o que poderia ser uma tragédia: uma criança por volta de 7 anos quase caiu num bueiro da esquina da citada rua com a Procópio de Medeiros. Sem manutenção, o bueiro está aberto e com a tampa quebrada. Por pouco ela, que deve estudar numa escola próxima, salvou-se da queda e do pior. Foi apenas um susto. Eu já havia notado a situação, mas nunca pensei em me manifestar, pois não moro no bairro, apenas passo pelo local. Mas o susto praticamente me deixou envergonhado pela omissão. Tentei fazer a reclamação pelo telefone da prefeitura, mas não consegui. Espero que o responsável do setor as linhas desse democrático jornal e tome alguma providência.
Silvana Aparecida















