O Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) pediu a exumação do corpo da menina Emanuelly Agatha da Silva que morreu após ser espancada pelos pais no último dia 2. O corpo foi exumado na tarde da última quinta-feira, dia 15, para que sejam feitos no exames e laudos complementares que serão acrescentados no processo. O corpo foi sepultado no cemitério São João Batista, em Itapetininga.
O promotor de Justiça Carlos Zanini, acompanha o caso. Segundo ele, o processo já foi encaminhado para a 2ª Vara Criminal, onde o julgamento pode ser por júri popular. Se condenados, o crime de homicídio qualificado prevê pena de 12 a 30 anos de prisão. Já o de tortura é de 2 a 8 anos. Contudo, a pena pode aumentar pelo fato da vítima ser criança. Ainda de acordo com Zanini, a denúncia será apresentada à Justiça na segunda-feira na próxima segunda-feira, dia 19.
O casal foi preso no sábado, dia 3, por suspeita de ter espancado até a morte a filha de cinco anos. Phelippe Douglas Alves, de 25 anos, e Débora Silva, de 24, haviam acionado o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), no dia anterior, alegando que a criança tinha caído da cama e batido a cabeça, passando a ter convulsões. Mas a equipe médica suspeitou dos hematomas na menina, que seriam compatíveis com maus tratos.
Pela gravidade dos ferimentos, a menina Emanuelly Agatha foi transferida para o Hospital Regional de Sorocaba, mas morreu na madrugada de sábado. O casal foi detido e, na audiência de custódia, o juiz responsável pelo plantão judiciário determinou a prisão preventiva.
Além de Emanuelly, eles têm uma menina de nove anos e um menino de quatro. As crianças foram encaminhadas a um abrigo provisório pelo Conselho Tutelar até uma definição da Justiça. A polícia espera o laudo da perícia feita no corpo da criança e analisou os celulares apreendidos na casa da família. Vizinhos também já começaram a ser ouvidos na investigação.
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