A greve dos caminhoneiros está afetando o transporte de bens industriais e produtos agrícolas na cidade. A Duratex informa que a greve dos caminhoneiros, está afetando a chegada de insumos importantes na produção de pisos e painéis de madeira, além de impossibilitar a saída de produtos das unidades da empresa. A companhia está trabalhando em ações para mitigar essas situações que possam impactar suas operações e de seus clientes”. A Castrolanda também informou que a indústria de Itapetininga parou porque o leite não consegue ultrapassar as barreiras por conta da greve.
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) divulgou nota afirmando que, diante da greve deflagrada pelos caminhoneiros em todo o Brasil, o momento é de equilíbrio.
“O movimento não pode impor sofrimento às cargas vivas, deixar que animais morram de fome e sede nas estradas, nem privar a sociedade do livre trânsito de remédios e produtos perecíveis.
“A Petrobras deve ter liberdade para definir os preços, mas tem a responsabilidade de não tirar vantagem excessiva de seu poder de monopólio e impor valores acima do mercado internacional. É hora de ter equilíbrio”, diz a nota. .
Peixoto Gomide volta ao debate com revisão de nome de rua
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