Itapetininga fechou fevereiro com números positivos na geração de empregos com carteira assinada. O saldo foi de 261 novos postos de trabalho, resultado de 1.291 contratações e 1.030 demissões, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.
Fevereiro foi o primeiro mês do ano com números positivos na geração de empregos formais na cidade. Em janeiro, a cidade registrou saldo negativo de -73 vagas. Em fevereiro, os setores de serviços, construção civil e indústria foram os que mais contrataram.
Serviços têm puxado o ritmo da criação de empregos em Itapetininga. Nos dois primeiros meses de 2018, foram criadas 268 vagas no setor. Por outro lado, o comércio teve o maior saldo negativo no mesmo período, com a eliminação de 127 vagas.
O resultado de fevereiro também é melhor que o do mesmo mês de 2017, que registrou 50 vagas. Em 2018, os dois meses (janeiro e fevereiro) acumulam saldo positivo de 188 vagas. Mas no acumulado dos últimos 12 meses, o saldo ainda é negativo em 73 postos de trabalho, com 14.885 contratações e 14.958 demissões.
No ano passado, Itapetininga fechou o ano com números negativos na geração de emprego. Ao todo, em 2017, o município teve um saldo negativo de -338 vagas. Foi o quarto ano consecutivo que a cidade registra mais demissões do que contratações.
O desempenho no ano passado foi influenciado principalmente pelas demissões da indústria e comércio. Ficaram no azul, por outro lado, a construção civil (+41) e o setor de serviços de utilidade pública (+8).
Estados
No Brasil, fevereiro registrou a abertura de 61 mil vagas de trabalho. Nos Estados, os melhores resultados, em números absolutos, ocorreram em São Paulo, com a criação de 30.040 postos; Santa Catarina, com 16.344; Rio Grande do Sul, com 13.024; Paraná, com 7.703; Minas Gerais, com 7.288, e Goiás com a criação de 5.137 postos de trabalho.
Entre os Estados que tiveram redução estão Alagoas, que fechou 10.698 postos; Pernambuco, 7.381; Rio Grande do Norte, 3.570; Paraíba, 2.758; Rio de Janeiro, 2.750, e Sergipe, com o fechamento de 931 postos de trabalho.
Faxineiros são os mais contratados na cidade
A profissão de faxineiro é a que mais contratou em Itapetininga com carteira assinada no mês de fevereiro e a que registrou maior saldo positivo em 2018, segundo as informações do Caged.
Com salário médio de R$ 1.070, a profissão de faxineiro teve 154 saldo de 117 contratações em fevereiro deste ano. Somente em fevereiro, foram admitidos 137 faxineiros. No mesmo período do ano passado, a profissão sequer integrava a lista das 20 que mais empregava na cidade.
O segundo lugar entre os cargos com melhor saldo na geração de emprego formal em Itapetininga em 2018 é o de Operador de Maquinas Fixas, com bem menos contratações do que o primeiro colocado do ranking: 39 admissões a mais do que demissões.
Na terceira posição ficou a profissão de cozinheiro, onde foram contratados 37 a mais do que demitidos no município. A quarta ocupação na lista dos maiores saldos é de servente de obras, com 28 postos positivos de trabalho no período.
O quinto cargo com maior saldo na geração de porteiro de edificios, com 24 novos postos de trabalho. Entre a segunda e a quinta posição no ranking positivo, a média salarial é de R$ 1, 5 mil.















