Itapetininga perdeu participação em consumo entre 2016 e 2017, de acordo com o IPC Maps 2017, da IPC Marketing Editora. O potencial de consumo do município está estimado em R$ 3,779 bilhões neste ano. No ano passado, a cidade estava na 48ª colocação no ranking de maior potencialidade de consumo em todo o Estado de São Paulo e hoje está na 52ª colocação.
Com base nesse indicador, em 2016 Itapetininga foi responsável por 0,09276% de todo o consumo brasileiro. Já em 2017, será responsável por 0,08991%. Segundo o IPC Maps, os números representam perda de quatro posições no ranking estadual (dentre os 645 municípios do Estado) e 8 posições no ranking nacional (dentre 5.570 municípios). No país, Itapetininga ocupa o 167º lugar.
O levantamento da IPC Marketing utiliza como base para os dados as informações de fontes oficiais, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a Associação Brasileira de Estudos Populacionais (Abep) e o Ministério da Fazenda, entre outras.
Os dois principais destinos do dinheiro do Itapetininga são os básicos: manutenção do lar e alimentação. Segundo o IPC Maps, serão desembolsados na cidade R$ 1 bilhão apenas com itens para manter a casa. Em seguida, vem a alimentação no domicílio, no valor de R$ 400 mil. Comer fora de casa deve representar mais de R$ 232 mil. Gastos com veículo superam tanto medicamentos quanto saúde, chegando a R$ 177 mil.
As classes B e C respondem hoje, sozinhas, por 85,3% do potencial de consumo de Itapetininga. De acordo com a pesquisa, a classe A tem renda familiar mensal média de R$ 20,2 mil; a B, de R$ 4,4 mil a R$ 8,7 mil; a C, de R$ 1,4 mil a R$ 2,4 mil; e a D e E, de R$ 639,00. Em Itapetininga, somente as famílias da classe B deverão ser responsáveis por quase metade (47,7%) do que os moradores irão desembolsar no varejo até o final do ano.
A classe D/E deverá consumir neste ano apenas R$ 212 mIL (5,8%). Já o potencial de consumo da classe A deve atingir neste ano R$ 319 mil, enquanto que em 2016 o valor chegou a R$ 427 mil.
O diretor do IPC Marketing, Marcos Pazzini, explicou que existe diferença entre consumo e potencial de consumo. “O potencial de consumo representa o que a população tem por hábito consumir, com base em seu comportamento anterior.” Já o consumo, complementou, significa efetivamente o que foi realizado.
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