A tradicional Missa Afro, reuniu centenas de pessoas no Santuário Nossa Senhora Aparecida do Sul em Itapetininga na noite do último sábado, dia 11. O evento contou com a presença de comunidades e lideranças negras de toda a região. As missas afro que celembra o Dia da Consciência Negra, comemorado na próxima-segunda-feira, dia 20, em homenagem à morte de Zumbi dos Palmares e misturam tradições dos escravos à liturgia católica.
A organização também prestou uma homenagem aos 300 anos da aparição da imagem de Nossa Senhora, que foi encontrada por pescadores nas águas do rio Paraíba do Sul.
O evento é produzido pela Organização Associação Afro Cultural 13 de maio de Itapetininga, com apoio da Secretaria de Cultura e Turismo e Associação Comercial de Itapetininga. De acordo com o presidente da Associação Afro Cultural 13 de Maio de Itapetininga, Mário Antônio da Silva, tradicionalmente o evento reúne pessoas de várias cidades da região. “Organizamos o evento há mais de 10 anos na cidade”, afirma.
Segundo ele, o dia da consciência negra é uma forma de lembrar o sofrimento dos negros ao longo da história, desde a época da colonização do Brasil, tentando garantir seus direitos sociais. Além disso, serve para reforçar a luta contra o preconceito. “Infelizmente ainda existe na sociedade”, diz.
No dia 20 de Novembro é comemorado em todo o Brasil o Dia da Consciência Negra. Coincide com a data da morte de Zumbi dos Palmares, há exatos 310 anos, líder dos escravos rebelados (quilombolas), que construíram nos quilombos, especialmente no dos “Palmares”, interior de Pernambuco, uma sociedade sem classes sociais e diferente da estrutura colonial do Brasil daquela época.
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