A noite do último sábado, dia 17, foi marcada pela apresentação do cantor Supla em um pub localizado na Marginal do Chá. Entretanto, um conflito entre os frequentadores da festa fez com que o cantor parasse o show para avisar sobre a briga em frente ao palco, onde uma mulher de 29 anos afirma que foi agredida por um grupo de três pessoas. A denúncia está em investigação pela Delegacia de Defesa da Mulher de Itapetininga (DDM).
Michele Gomes Venâncio da Costa, estagiária, afirma em denúncia que havia muitas pessoas embriagadas perto do palco de Supla durante a sua apresentação e um grupo que estava fazendo “empurra-empurra” fez com que ela caísse na caixa de retorno do cantor. Ao tentar se defender, Michele alega que A.A.S. lhe deu um soco no rosto e a partir disso o grupo do agressor (composto por sua irmã e sua companheira) começou a agredir violentamente a mulher, segundo o registro de ocorrência. Também de acordo com a denúncia, o cantor Supla interrompeu o show em razão do conflito, após isso, os autores se retiraram do local e Michele foi levada ao pronto-socorro local.
Em entrevista ao Correio, Michele disse que levou o caso à justiça e espera que seja resolvido. “Estou passando por tratamento para depressão desde o início do ano, saí para me divertir e passei por essa situação. Eu não sei descrever, é uma mistura de vergonha, raiva, ódio e impotência”, relata a vítima.
O responsável pelo bar, Pedro Augusto Damião, disse ao Correio que o estabelecimento repudia qualquer tipo de agressão. Além disso, Pedro informou que está acompanhando o caso de Michele, oferecendo o suporte possível sob a orientação do advogado da casa noturna. “Em cinco anos de existência da casa, essa foi a primeira briga. Nós estamos chateados com o que aconteceu, mas infelizmente a segurança não consegue evitar briga, nós podemos separar e dar apoio às vítimas”, explica o responsável pelo pub.
O jornal também entrou em contato com o acusado A.A.S., de 30 anos, que alega ser inocente. “Eu estava dançando no show do Supla, sem querer esbarrei na moça e ela começou a me agredir sem parar”. A.A.S. afirma que há um perfil falso de Facebook divulgando fotos e o acusando de ter agredido Michele, segundo ele, as informações divulgadas na rede social tomaram uma proporção enorme e, por isso, ele já contatou advogados para se defender. “Estou sendo uma grande vítima”, alega A.A.S.
O caso foi encaminhado para a Delegacia de Defesa da Mulher de Itapetininga e está passando por investigação.
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