O Pronto Atendimento (PA) da Unidade de Saúde da Vila Branco tem encerrado as atividades mais cedo por falta de médico. A informação do Milton Nery (PROS) que afirma ter recebido dezenas de queixas de moradores daquela região. Segundo ele, desde o inicio do ano a falta de médicos tem prejudicado os pacientes da região. O local, que deveria funcionar até às 22h tem fechado antes das 20h em alguns dias, relata o vereador.
“Os médicos têm uma cota de paciente para atender e quando atingem o limite, dispensam os demais e mandam procurar o Pronto Socorro”, relatou o vereador.
Segundo eles, diriamente pacientes relatam esse tipo de problema no Pronto Atendimento da Vila Rio Branco. “Acredito que devam contratar mais médicos para atender essa região, pois a unidade tem mais de 50 mil pessoas cadastradas”, relata o vereador que afirma que já procurou a prefeitura para tentar resolver o problema.
A aposentada Maria de Lourdes da Silva foi uma das pessoas que não conseguiram atendimento na semana passada. Ela afirma que a sua neta estava com falta de ar e dores no peito, mas quando chegou ao local por volta das 20h30, foi avisada que o médico havia parado de atender. “Acabei perdendo a viagem porque falam que o posto fica aberto até as 22h”, disse a moradora.
Além disso, é constante as reclamações de falta de materiais nas unidade básicas de saúde, apesar de a prefeita Simone Marquetto (PMDB) informar na semana passada que a situação havia sido normalizada. “A verdade é que as unidades básicas de saúde estão abandonadas”, disse o vereador.
Na semana passada, a prefeitura informou que todas os postos de saúde de Itapetininga estão com o estoque de materiais, usados para o tratamento de diabéticos, como fitas de glicemia e seringas, normalizados, Ainda em relação aos insumos, o estoque de papel higiênico também foi normalizado, garantiu a prefeitura. . A média mensal distribuída no município é de 4.200 unidades.
A secretária de Saúde, Christiane Merighi, explicou que foi aberta uma nova licitação para normalizar o atendimento. “O fato não ocorreu em tempo menor devido à burocracia do setor público que é rígida e demanda tempo para toda a sua execução”, disse.
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