O Hospital Regional e a prefeitura de Itapetininga anunciaram na última quarta-feira, dia 22, o Lançamento do Mutirão de Cirurgia de Catarata em Itapetininga para atender um antigo pedido da população e de pacientes que aguardam cirurgia desde 2015. A previsão é que as cirurgias aconteçam nos dias 7 e 8 de abril no próprio Hospital Regional de Itapetininga.
A campanha será lançada oficialmente nesta sexta-feira, dia 24, às 10 horas, no Hospital Regional, durante Coletiva de Imprensa com a presença de autoridades, representantes do Hospital e dos principais meios de comunicação de Itapetininga e região. O objetivo dessa campanha é zerar completamente a fila de pacientes em Itapetininga que atualmente conta com, aproximadamente, 500 pessoas aguardando o procedimento.
A responsabilidade pelo Mutirão de Cirurgias de Catarata é dividida entre a Prefeitura de Itapetininga, que fará o repasse de recursos, e o Hospital Regional, local onde estará concentrada toda estrutura para os atendimentos e procedimentos.
Para que esta ação se tornasse uma realidade, foram investidos aproximadamente R$ 370 mil , totalmente custeados com recursos próprios da Secretaria Municipal da Saúde.
A triagem para os atendimentos de pacientes já cadastrados, acontecerá nos dias 24 (sexta-feira) e 25 (sábado) deste mês, das 8 às 18 horas, no Ambulatório de Ortopedia do Hospital Regional de Itapetininga, que fica à Rua Padre Albuquerque, 245, no centro. No local, um oftalmologista fará a avaliação de todos os casos aptos à cirurgias.
A previsão é que as cirurgias aconteçam a partir do dia 7 de abril no próprio Hospital Regional de Itapetininga.
A catarata
Os indivíduos portadores da catarata apresentam a visão nublada, como se olhassem por uma janela embaçada ou enevoada. A doença dificulta as tarefas cotidianas, como ler, dirigir um carro ou até mesmo interpretar a expressão das pessoas. Isso porque a catarata é uma opacidade do cristalino, uma espécie de lente natural do olho.
A causa mais comum de catarata é a senil, ou seja, o envelhecimento natural do cristalino ao longo da vida. Existe também a catarata congênita, na qual o bebê já nasce com catarata (forma mais rara) e causas secundárias como o uso crônico de corticoide, doenças metabólicas, diabetes, uveítes (inflamação intra-ocular), trauma e exposição excessiva à radiação ultravioleta.
O diagnóstico de catarata é feito pelo oftalmologista através do exame de biomicroscopia acompanhado de dilatação da pupila. Caso seja visualizado a existência de catarata, exames complementares poderão ser realizados para complementação do diagnóstico.















