Naquela turma, formada em 1944, véspera do início da 2ª Guerra Mundial, ele se destacava pela inteligência incomum, argúcia no raciocínio rápido e, principalmente, talento para a arte de ensinar. Tanto que junto aos colegas da mesma classe, com estrutura educacional das melhores, orientava-os e delineava soluções para os problemas surgidos nas matérias como Pedagogia, Sociologia, Filosofia, Português ou Práticas de Ensino com precisão e clareza, demonstrando maestria em todo o currículo escolar.
Na “Peixoto Gomide” – catedral do ensino daqueles áureos tempos – integrou o esquadrão de basquete, formado pelos irmãos Abdelnur, Olavo Ayres, Heitor Ferriel, Raul Gavião e outros craques daquele esporte. Após diplomar-se no magistério, Paulo iniciou a carreira, muito jovem, em várias escolas rurais, ingressando como efetivo na cidade de Valparaiso, ocupando, posteriormente, o cargo de diretor – através de concurso – por vários anos.
Aposentou-se na cidade de Santo André, onde residiu por muito tempo. Paulo Larizzatti, 89 anos, de tradicional e respeitada família itapetiningana, faleceu recentemente naquela cidade paulista, casado com Maria Aparecida de Carvalho Larizzatti, deixou os filhos Paulo (odontólogo), Maria José e Carlos, além de netos e familiares.
Paciente com câncer terminal que se casou em hospital de Itapetininga morre 11 dias após cerimônia
Paciente com câncer terminal que se casou em hospital de Itapetininga morre 11 dias após cerimônia

















