A mídia brasileira e a seleção

Nesta Copa a imprensa brasileira foi um pouco mais severa com a seleção brasileira de futebol. Um pouco mais que os anos anteriores (só um pouco), principalmente depois da derrota contra a Croácia nos pênaltis, causando a eliminação do Brasil no Campeonato. Mas, até então, boa parte da mídia (televisiva, radiofônica, impressa) só apontava aspectos positivos no “scratch” nacional. Afinal, o técnico Tite teve quatro anos de preparação antes do início da disputa somente para vencer três jogos, perder um (com os reservas) e no “mata-mata” com a Croácia, quando acabou eliminado.
Parte da mídia brasileira viu maravilhas no jogo da seleção contra a Sérvia, não ligando (nem um pouco) para alguns buracos na defesa e os gols perdidos do ataque. O atacante Richarlison marcou dois gols (um deles quase de “bicicleta”, lindo) e daí foi elevado “ás alturas”. Só deu ele na imprensa vista, falada e escrita. Nada contra o jogador de vinte e cinco anos de idade, o moço é um progressista social, ajudando a manter um hospital contra o câncer em Barretos, interior de São Paulo. Além disso, coopera com a organização da Vida Selvagem no sentido de manter vivas determinadas espécies de animais mamíferos como a onça-pintada brasileira. Ajudou também a enviar tubos de oxigênio para Manaus, Amazonas na luta contra o Coronavírus. Depois o moço foi meio esquecido. Em seu lugar o defensor Casemiro foi herói nacional no jogo contra a Suécia, vencido pelo Brasil, às duras penas. Foi eleito o maior disto, o melhor daquilo por algum tempo.
Como o Brasil estava vencendo, as emissoras de televisão começaram a “gastar” um tempo enorme, minutos preciosos, com alguns menos conhecidos dos torcedores, como Marquinho, Martinelli, Antony e outros, abordando coisas que interessavam só a eles. E mais uma vez o problema de lesão de Neymar, como se outros craques fossem menos importantes. O que interessa para a maioria dos telespectadores saber que o ônibus que transportava a seleção saiu a “tantas horas” do hotel para chegar a “tantas horas” no ataque. Perde de informação e de tempo.
Só que a imprensa não previu que faltou malícia dos jogadores brasileiros contra a Croácia, naqueles minutinhos finais. Bastavam ficarem na defesa ou jogarem a bola para os laterais. Ou dar chutões. Isto não foi previsto para eles pelo técnico Tite? Agora a discussão é contratar um técnico estrangeiro. Afinal, o futebol não é um “mundo global”?

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