A Sociologia e a Igreja

Augusto Comte foi o criador e fundador da Sociologia. Foi ele quem usou pela primeira vez, em 1838, a palavra Sociologia a fim de designar uma divisão de sua obra intitulada “Cours de Philosophie Positive”. Os estudiosos do assunto afirmam que “é a ciência que trata da origem e da evolução da sociedade humana e dos fenômenos sociais, do progresso da civilização e das leis que controlam as instituições e funções humanas”.
Não me lembro da data precisa, mas foi na década de 1960 ou 1970 que surgiu a prática de afirmar que Jesus seria, caso vivesse no mundo, um “hippie”, isto é, “um não conformista, rompendo com a sociedade tradicional, principalmente no que respeita à aparência e aos hábitos de vida e por um enfático ideal de paz e amor”. A influência foi tão grande que invadiu alguns seminários reformados. Os novos “ministros”, com o objetivo de aumentar o número de fiéis, passaram a imitar o mundo “hippie” com as suas manias, para não dizer concupiscência, que é um linguajar bíblico.
No ano de 2010, escrevi, num jornal protestante, linha fundamentalista, um artigo sob o título: Culto Solene e a Igreja. Na época, ouvi um seminarista, de uma comunidade tradicional, afirmar, na igreja, que se Jesus vivesse hoje, pregaria com cabelos e barba compridos, calça jeans rasgada na coxa, tênis, camisa fora da calça e algumas tatuagens pelo corpo. Achei que o jovem seminarista possuía uma ideia muito fértil e profana. Hoje, vejo tudo isso em várias igrejas.
Logo, não muito depois, conheci um pastor que fazia sucesso, pregando com uma camisa florida, fora da calça e que caminhava de um lado e do outro da plateia, pois assim fizera, onde havia um púlpito. Andando de um lado para o outro desviava a atenção do povo e a sua roupa florida levava o ouvinte para outras paragens terrenas e não celestiais.
Na época, vi em alguns muros da cidade a figura de Cristo, que é conhecida por algumas igrejas, como se fosse um “hippie”, isto é, cabelos e barba compridos e embaixo a frase de Jesus: “Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei”. Depois, do lado, o símbolo “hippie” e o dístico “paz e amor”.
O templo que era de Deus, casa de oração, também foi sendo mudado e modificado. Onde havia púlpito e a mesa do Senhor, com a frase “ fazei isto em memória de mim” desapareceram e o local se transformou num palco com bateria, guitarra e teclado. Tiraram os bancos da nave do templo e colocaram cadeiras, como aquelas que se usam no cinema. O povo de Deus, sacerdócio real, nação santa, como afirmou o apóstolo Pedro, foi aceitando todas as modificações como cordeiros e ovelhas mudas.
É verdade que o culto tem aparência de culto, mas, não é culto, pois não tem a participação ativa de todos. Os membros mais antigos sentem a diferença e muita saudade dos tempos de outrora… Jesus disse: “É impossível que não venham escândalos, mas aí daquele por quem vierem. ” Será que o fim chegou, isto é, dos tempos, conforme profetizou Cristo? Leia Marcos 11:15. Será que o sal se tornou insípido? Leia Mateus 5:13. “Batalhe pela fé que uma vez foi dada aos santos. ” (Judas 1:3)

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