Agenda – 471

Em família
O casal Celise (Tambelli) – Rodrigo Trevisani Ribeiro, ela, fisioterapeuta e ele co-proprietário do “Casa Royale”, daqui e a filha Marina (com quase dez anos de idade) em recente acontecimento social no “Anna Buffet”.

 

Deu certo?
Muitos itapetininganos não gostaram nada, nada da mudança do “Festival do Boteco” (como vocês sabem, um agrupamento de bares onde são servidas bebidas e comidas que ocorre principalmente no carnaval) do largo dos “Amores” para a avenida “Peixoto Gomide”. A alegação desses segmentos e que houve um excesso de concentração das atividades carnavalescas na cidade, já que o desfile ocorreu na praça das três Escolas e os demais cantos centrais da cidade ficaram sem nenhum movimento. Além do que o largo dos “Amores” sempre foi um local tradicional do chamado “tríduo de Momo” daqui, o que deixou a cidade ainda mais desanimada do que já é, de tempos para cá, no carnaval. Para esses seguimentos itapetininganos o que poderia dar uma “injeção de ânimo” em futuros carnavais seria a volta do desfile no “coração” desta urbe, ou seja, a rua Campos Salles, cujo último cortejo aconteceu em 1983. Só assim. O resto é resto …

Zabumba
Atual secretário da Saúde em Campina do Monte Alegre, a Campininha, o animado Paulo Cabral foi ativo participante da bateria do bloco “Motumbo” neste carnaval: itapetiningano que passou. O bloco em questão, que, aliás, melhora a cada ano.
Paulo Cabral foi presente em todas as atividades do bloco, inclusive quando o “Motumbo” animou os três dias de desfile (sábado, domingo e segunda) do movimentado carnaval do Clube dos Bancários (mil e tantos foliões por noite) revezando-se com o conjunto musical de Gerson Ramos que chegou a tocar quase três horas de autêntica música carnavalesca: a marchinha. Tradicionalmente os bailes de Momo nesta cidade sempre foram conduzidos pela marchinha. Outros rítmos (como o “funk”, “sertanejo”, “axé”) são “corpos estranhos” e não representam em nada a aguardada festa. Aliás, descaracterizam-na.


Céu, sol e mar
Como fazem já alguns anos os amigos Odilon Rosa Rezende (gerente comercial deste “Correio”), Márcio Duarte de Melo (Padaria “São João”) e Roberto Castellamare (proprietário do conhecido restaurante) desembarcaram no Rio de Janeiro uma semana e meia antes do carnaval (de quinta-feira a domingo, vinte e três do último fevereiro) para sentirem, o clima carnavalesco que já dominava a chamada “Cidade Maravilhosa”. E contagiados pela animação e alegria carioca, os moços foram brincar no bloco “Simpatia é quase amor”, em Ipanema e Leblon, na zona sul. E ainda cantaram junto com os cinquenta mil integrantes do “Simpatia”, músicas como “A lenda das sereias” do repertório da cantora Marisa Monte. Ano que vem eles voltam de novo. Voltam sim.


Pampa Mia
Funcionária estadual já aposentada, Mary Elizabeth Waddington Soares, a Bebete, que é professora de dança de salão em clubes desta cidade está de “olho” no próximo mês de junho. Será quando ela aterrissa em Buenos Ayres, Argentina, para participar de uma “clínica de tango”. Bebete Soares quer aperfeiçoar-se ao máximo neste ritmo. Para ela, o tango tem movimentos inesgotáveis e é necessário ficar atenta a novos passos. E para isso, Bebete volta a capital argentina novamente em agosto quando participa de uma nova clínica.


Velinhas
Porque mudava de idade no segundo dia de março, em pleno domingo de carnaval, a nutricionista Luciana Rosa Rezende recebeu em sua residência, na rua Arnaldo Vitório Barretti, na região dos Bancários, familiares e amigos que foram abraça-la pela data. Os convidados, devidamente instalados no jardim da casa, saborearam gostosíssimas comidas e bebidas e ouviam marchinhas e sambas próprios da data carnavalesca.


Santa terra
Assistente social da Prefeitura daqui, Leni Teixeira Monteiro que, em 2011, visitou Israel (a capital Tel-Aviv com adjacências e Jerusalém e arredores) gostou tanto que quer voltar lá para conhecer melhor os lugares por onde passou. Principalmente o Mar Morto.

 

Cidadão
Passeando a pé pelo centro da cidade, o comerciante aposentado Oswaldo Piedade, residente em Vila Barth, completa noventa e oito anos, no próximo dia seis (abril), num domingo. Ele, com muito orgulho, comenta:- “Daí, faltará apenas dois anos para o meu centenário”. Oswaldo, que foi presidente do clube Venâncio Ayres na década de cinquenta, com uma direção bastante dinâmica, trouxe para o Clube grandes orquestras brasileiras e internacionais. Nesta última categoria Oswaldo e outros membros da diretoria como os saudosos Iolanda Gatti, Cidinha Fagnani e Nilson Arantes, não mediram esforços para trazer para o salão de baile venânciano a famosa orquestra espanhola “Cassino de Sevilha” com dezenas de músicos, em 24 de maio de 1957. Foi emocionante. Quando a cortina do palco abriu surgiram vinte (por aí) elegantes músicos tocando violinos, causando empolgação na plateia.


Poderia ser outro

Professora de Francês e Português, aqui, Márcia de Almeida Palomo não gostou do resultado final do desfile das Escolas de Samba do Sambódromo do Rio de Janeiro, do Grupo A, neste carnaval, cuja vencedora foi a Unidos da Tijuca”, com o tema “Acelera, Tijuca”, onde o carnavalesco da Escola, Paulo Barros homenageia o campeão da Fórmula Um, Airton Senna da Silva. Segundo a professora Márcia:- “Nada contra o campeão Airton Senna, mas automobilismo não tem nada a ver com enredo de escola de samba. Não combinam. Não é carnavalesco. Haviam tantos outros temas que poderiam ser explorados. Assim, as escolas (de samba) perdem sua autenticidade” …

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