AGENDA – 483

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No Chá Anual da Acedi (ou Atualização em Culinária e Economia Doméstica de Itapetininga) no último dez de maio, num sábado, no buffet “Lécomkré” (esquerda para direita): Regina Pucci e Tânia Moreno.

 

Homenagem I

Faleceu recentemente em São Paulo onde residia desde o final da década de 1950 o itapetiningano Roberto Moreira, membro do clã Moreira, um dos mais antigos do então Paquetá, hoje vila Rio Branco. Irmão de Lídia Moreira (supervisora estadual de ensino, já aposentada e ex-secretária municipal da educação, daqui). Roberto Moreira frequentou o então Grupo Escolar “Major Fonseca”, próximo a praça da Matriz (uma de suas professoras foi a saudosa Pasquina Barsanti Silveira) e depois o curso ginasial na Escola Estadual “Peixoto Gomide” e também o Curso Normal (ou Formação de Professores Primários) na mesma escola, formando-se em 1955, em primeiro lugar em sua turma, conquistando com isso a cobiçada “Cadeira Prêmio” ou seja, tornando-se professor primário efetivo estadual (sem necessidade de prestar concurso público ou levar anos para alcançar o desejada efetivação).


Homenagem II

Já em São Paulo o itapetiningano Roberto Moreira (irmão de Lídia Moreira) prestou vestibular (dificílimo) para o curso de Pedagogia na Universidade de São Paulo, a USP e foi promovido com louvor. Roberto conseguiu, através da lei da Secretária da Educação Estadual, um comissionamento somente para estudar ciências pedagógicas sem necessidade de dar aula no ensino primário. Formado em Pedagogia, Roberto Moreira obteve uma bolsa de estudos no Chile para o curso na CEPAL (Comissão de Economia para a América Latina) e voltou em 1964 para a USP onde começou a carreira de professor doutor titular do departamento de Administração Escolar em Pedagogia (e depois, Faculdade da Educação, na própria USP). Aposentado, Roberto Moreira continuou trabalhando como orientador de mestrado e doutorado. Até recentemente Roberto Moreira prestava serviços na Secretaria Estadual da Cultura de São Paulo. Tudo em benefício da educação.

 

Empolgante

Atriz e cantora, fluminense (de Campos/RJ) Zezé Motta apresentou-se no penúltimo domingo, vinte e cinco de maio, à noite, no teatro de SESI, em Vila Rio Branco, no recital denominado “Negra Melo dia”, também título do novo CD, o décimo terceiro de sua carreira, no qual a interprete canta músicas dos compositores cariocas Jards Macalé e Luís Melodia. No “show”, além destes Zezé Motta canta também canções de outros como “Muito prazer Zezé” (que Rita Lee fez para ela), “Crioula” (de Moraes Moreira), “Pecado original” (de Caetano Veloso e trilha sonora do filme “A dama da lotação”, com Sonia Braga), “Dores de Amores” e “Magrelinha” (de Luís Melodia). Chico Buarque não poderia (nunca) faltar e dele, com Francis Hime, Zezé canta “Trocando em Miúdos” (aquela que diz “Eu fico com o disco do Pixinguinha, sim. O resto é teu”…). Um dos momentos emocionantes é quando ela homenageia Elizete Cardoso, a grande cantora brasileira, com “Canção de Amor”, “Tudo é Magnífico” e “Nossos Momentos” do repertório de Elizete. Belo samba-canções, acompanhando Zezé o violão e percussão do pernambucano Joan Barros. No pós-espetáculo fila de espectadores para comprar o CD e tirar fotos com ela. Entre os muitos presentes: Elza e Roberto Lima de Lara, Pedro Paulo Sacco, Maria Nazareth Rosa Rezende com a filha, a nutricionista Luciana Rezende, Bob Vieira, João Jorge Cardoso de Oliveira, Maria do Carmo Terra Rodrigues, Maria do Rosário Silveira Porto, José Geraldo Fogaça.


Educação

No início do último maio a fisioterapeuta Marina Rodrigues Wey proferiu palestra no auditório da Secretaria Municipal da Educação (na antiga Maternidade) aos professores de AEEs (Atendimento aos Educandos Especiais), com o intuito de capacitar tais professores explanando sobre as diversas patologias neurológicas que seus alunos podem ser acometidos. Na ocasião da palestra da fisioterapeuta Marina, a coordenação do evento ficou por conta das fonoaudiólogas Carla Araujo Adachi e Carolina Bertolacinni e da psicóloga Thais Souza e Silva. Tudo para o bem estar da criança com problemas neurológicos desta cidade.

No lugar certo

Paulo Carriel, o Paulinho, agora ex-comerciário, está trabalhando no que mais gosta de fazer. Paulinho, um grande nome do teatro amador itapetiningano, principalmente em peças infantis, está dando aulas de teatro para crianças e jovens em escolas da rede municipal de educação periféricas como no bairro de Belo Horizonte. Mas Paulinho vai continuar também com sua companhia teatral para a satisfação dos fiéis espectadores.

 

Estudos

Recém-chegada dos Estados Unidos, a engenheira de minas, a itapetiningana Maria Cristina Ozi esteve na cidade na semana passada para visitar sua mãe, Cida Ozi (Cristina é filha do saudoso Paulo Ozi), o irmão Paulo Junior e sobrinho e demais familiares. Junto com o marido Moacyr, também engenheiro de minas (ambos formados pela Federal de Ouro Petro, em Minas Gerais), Maria Cristina foi visitar a filha Maíra, que cursou a Faculdade “Getúlio Vargas” e foi especializar-se na Universidade Austin, no Texas, USA, que possui cinquenta mil alunos. Lá, Maria Cristina Ozi sentiu-se universitária de novo. E a filha Maíra já seguiu viagem para exterior novamente. No último trinta e um (maio, sábado), ela voou para a Lituânia, leste europeu, para mais uma especialização universitária.


Obra prima

Cronista de saborosos textos neste “Correio de Itapetininga”, Seção Cultura, sempre na última página, o cronista Alberto Isaac está chegando mais cedo em sua casa, pois pontualmente às seis e meia da tarde liga a televisão na rede Globo especialmente para assistir à novela das seis “Meu pedacinho de chão”, de autoria de Benedito Ruy Barbosa e direção do sensível Luís Fernando Carvalho e no elenco, entre outros, Osmar Prado, Antônio Fagundes, Juliana Paes, Bruna Linzmeyer, Irandhir Santos (o talentoso “Zelão”). Para o jornalista Alberto a novela possui um elenco afiadíssimo, o enredo é cativante e mostra o cotidiano da zona rural de uma região paulista ou paranaense (por causa do sotaque), muito bem retratado. Os personagens se movem como numa “comédia” dell’arte (do século dezenove) e o cenário é todo no estilo “rococó”. Tudo muito brasileiro e em algumas cenas, canções típicas brasileiras são cantadas por todos do elenco como “Chuá, chuá”. Alberto Isaac não perde um capítulo e considera “Meu pedacinho de chão” a melhor novela do mundo.

 

Diálogo

Na noite gelada da última sexta-feira, trinta, na reunião mensal da Academia Itapetiningana de Letras, na biblioteca do Clube Venâncio Ayres, no primeiro andar, ao ouvir o acadêmico Waldomiro Benedito de Carvalho, o “Chuca” reclamar do frio intenso reinante na rua o também acadêmico, o espirituoso Roberto Soares Hungria comentou: – “Então, por que você não volta para o Alaska? (Waldomiro de Carvalho esteve visitando o Estado norte-americano em maio do ano passado).

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