Agenda

Chamamento

Presidente da Apeoesp (ou Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) e diretora da sede executiva do mesmo órgão, em São Paulo, a ativa Maria Isabel Noronha, a Bebel, esteve convocando, em gravação, por telefone, professores da rede estadual de ensino desta cidade, filiados para um encontro, na capital, na última sexta-feira, cinco. O motivo, entre outros: que todos os filiados da entidade (de todas as cidades do interior e da capital) reivindicassem (ou iniciassem tal ato) para o aumento de vencimentos para o período de 2015. Segundo a presidente da Apeoesp, até agora não há, por parte do Governo Estadual nenhuma menção ou possibilidade de um aumento nos salários dos professores da ativa ou aposentados. Segundo ainda Maria Isabel se não houver barulho por parte do corpo docente estadual, os mestres estaduais não terão nenhuma melhora (por pequena que seja). Nenhuma.

Mais Apeoesp

A subsede da entidade, aqui, em vila Aparecida recebeu o justo nome de “Vilma Nogueira”, a Vilminha. E o jantar de confraternização entre os filiados será no próximo vinte, num sábado, no Viernes Club, a partir das nove horas da noite. Os ingressos são limitados e estão à venda na subsede até hoje, sexta-feira, doze. Com serviço de buffet e pista de dança com dj.

Cômicos

Na semana passada, por ocasião do falecimento do ator mexicano Chaves (cujo programa o SBT apresenta há mais de vinte anos), o cronista deste “Correio” Alberto Isaac lembra de um outro, também muito e muito famoso, já falecido, que alegrou milhões de espectadores em todo o mundo ocidental protagonizando filmes realizados em sua pátria. Seu nome, “Cantinflas”, um malandro (no bom sentido!) mexicano, personagem criado por Mário Moreno e que representava um personagem do povo (com cachecol, chapéu e cigarro na boca) e que falava sem parar. Depois de muito sucesso no cinema de seu país, “Cantinflas” (ou Mário Moreno) foi para Hollywood, Califórnia, USA, onde trabalhou, em 1956, na mega produção “A volta ao mundo em oitenta dias”, vivendo o personagem “Passepartout”, na obra de Júlio Verne. Segundo ainda Alberto Isaac (que pensa em escrever uma crônica sobre este artista), seus filmes lotavam os então cinemas: São Pedro (na Campos Salles) e São José (na Venâncio Ayres) e a plateia ria à bessa. Para Alberto, “Cantinflas, era um personagem universal”. Seus filmes são das décadas de quarenta e cinquenta, e hoje considerados clássicos.

 

Rio de Janeiro

Quem não foi, perdeu. Principalmente aqueles que gostam de música popular brasileira, a autêntica mpb. No penúltimo domingo, trinta (novembro), o teatro do Sesi, em Vila Rio Branco, aqui, apresentou um belo espetáculo, “A Época de Ouro da Gafieira”, com o grupo instrumental e vocal paulista “Nó nas Cadeiras” que mostra os mais famosos sambas (de gafieira) entre 1930 até 1950, época de ouro” da música popular brasileira. O grupo “Nó nas Cadeiras” possui “uma formação característica de um típico regional, que ao somado aos metais dão todo o “swing” necessário para um legítimo samba de gafieira. Oito rapazes e uma moça, a vocalistas formados nas principais instituições de música popular do Estado de São Paulo como Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), Conservatório de Tatuí e Emesp (Escola de Música do Estado de São Paulo) na capital. Na plateia, entre outros, Maria do Rosário Silveira Porto, do Instituto “Júlio Prestes”, daqui e Márcia de Almeida Palomo, professora de Francês, o casal Elza – Roberto Lima de Lara com a filha Elzinha. Em tempo: a vocalista do conjunto “Nó na Cadeira”, Carla Cazarini, apresentou-se no muito assistido “The Voice”, (às quintas-feiras, dez e meia da noite, na TV Globo) na penúltima quinta-feira, quatro, interpretando “Upa Negrinho”, de Edu Lobo e Gianfrancesco Guarneri e “Atrás da porta” repertório de Ellis Regina, na década de sessenta, mas não foi escolhida para a final. O cantor sertanejo Daniel vetou-a. E fica a pergunta: o que Daniel entende de música popular brasileira?


Acadêmicos

Ontem, onze, quinta-feira, à noite, membros da Academia Itapetiningana de Letras comemoraram o final de suas atividades neste ano em torno de (várias) rodadas de pizzas, no “Lanas”. Na ocasião, estiveram presentes muitos membros da entidade e foram eleitos os representantes para presidente, vice-presidente, secretário e tesoureiro. Fazem parte da Academia Itapetiningana de Letras os cidadãos: Abigail Vieira de Souza Moraes, Alberto Isaac, Angelo Lourival Richetti, Antonio Machado Pontes, Arthurantonio Chagas Monteiro, Bob Vieira, Carlos José de Oliveira, Cecília de Lara, Cesário Leonel de Moraes Ferreira, Edmundo José Vasques Nogueira, Eunice Ferreira Rodrigues Granato, Eunice Leonel Ferreira da Cunha, Francisco Alves Vei, Fuad Abrão Isaac, Guilherme Aleixo Hungria, Hélio Rubens de Arruda e Miranda, Hiram Ayres Monteiro (in memorian), Hiram Ayres Monteiro Junior, Ivan Barsanti Silveira, Jefferson Biajoni, José de Almeida Ribeiro, José Luiz Ayres Holtz, José Maria Gonçalves Bastos, Maria Cecília Fontes Pereira, Maria Nívea Guarneri Machado, Maria Prestes de Albuquerque, Mário Donato Sampaio, Newton Albuquerque, Nilson Teixeira de Almeida, Odacyr Peixoto, Olga Maria Camargo Pellegrini, Roberto Soares Hungria, Silas Gehring Cardoso e Valdomiro Benedito de Carvalho.

 

Happy Birthday

Udaram de idade: no último oito, segunda-feira, o médico geriatra Clineu de Mello Almada Filho; no novo, terça-feira, José Gerson de Almeida; Ricardo Luiz de Queiroz Chicolli, Rodrigo Nastri Tibagy; no onze, quinta-feira, Lygia Cerqueira Lopes e Marco Antonio de Almeida Bueno; amanhã, sábado, treze, Antônio Fernando Silva Rosa (prefeito desta cidade no período 1977 – 1980).


Casal

Almoçando no penúltimo domingo, trinta (novembro), no restaurante “Nota Dez”, no Largo da Matriz, Rita (Larizzatti) – Dirceu Machado Filho, ela professora de História, aposentada, e ele, professor (Ciências) e empresário.

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