As chagas de Cristo

Jesus morreu com ladrões e como ladrão. Morreu pregado para pregar ao mundo inteiro que só ele e ninguém mais pode salvar o homem da perdição eterna. Foi o sacerdote e a oferta. Como sacerdote iniciou a cerimônia com uma oração: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” Como oferta foi afixado no altar, que é a cruz, não com cordas, como se fazia com o cordeiro, mas com cravos. As cordas amarram, mas os cravos pregam, seguram, afixam e martirizam. As cordas deixam o sinal, enquanto dura o sacrifício, porém os cravos deixam-no para sempre. Só há, no céu, um sinal humano, em forma de cruz, que é o sinal dos cravos, os outros desapareceram no tempo e no espaço, mas o dos cravos perduram pelos séculos e séculos sem fim para mostrar a eternidade do sacrifício do amor divino. Se olharmos para a cruz, vamos ver que Cristo foi pregado com três cravos.
Jesus teve as mãos e os pés cravejados, produzindo três chagas: a do amor, do perdão e da humildade. Três cravos e apenas três foram suficientes para prender o corpo de Cristo na cruz: cravo da inveja, calúnia e da ingratidão.
Pilatos, diante do silêncio de Cristo, ficou num dilema: queria soltar a Cristo, mas queria agradar aos homens. Pilatos não sabia o que fazer: servia a Cristo, a pedido de sua mulher, todavia servia aos judeus para se manter no poder passageiro deste mundo. Lembrou-se, neste momento, de Barrabás, criminoso confesso, e disse ao povo, perguntando: “Qual quereis que vos solte? ” Mateus, o evangelista, afirma que ele fez tal pergunta porque sabia que por inveja o havia entregado. Os sacerdotes tinham inveja por causa da popularidade de Cristo. Inveja dos milagres que fazia. Inveja, porque ele pregava com autoridade e argumentava com sabedoria. Um cravo foi de inveja.
A calunia foi o segundo cravo. Quando Jesus foi preso, uma falsa testemunha dissera: “Esse disse: Eu posso derrubar o templo de Deus e reedificá-lo em três dias” Cristo não dissera: “Eu posso derrubar o templo de Deus” Falara do templo do seu corpo e não do templo feito pelas mãos humanas. O homem torcera, mentindo, mudando, totalmente, o significado das palavras de Cristo, caluniando o mais santo dos santos.
O cravo da ingratidão foi o último que eles usaram para pregar o nosso Senhor Jesus Cristo. Foi o mais comprido, pois com ele atravessaram os artelhos dos dois pés de Cristo. Passara Cristo curando os enfermos, ressuscitando os mortos, dando vista aos cegos e alimentando a multidão que o seguia, agora, como recompensa, é pregado na cruz. É o cravo da ingratidão.
Três cravos serviram para crucificar o nosso Senhor. Com o cravo da inveja, prenderam a mão direita que abençoava. Com o cravo da calúnia, a mão esquerda que multiplicava os pães e, com o cravo da ingratidão, os pés que subjugavam o inimigo espiritual do povo, pois andando pregava e pregando libertava os cativos das mãos de Satanás. Três cravos e três chagas, mas a pior foi a quarta, provocada pelo soldado que, com desprezo e desrespeito, transpassou o coração sagrado do divino Mestre, vertendo sangue e água, numa prova cabal que Cristo morrera e morrera por mim, por ti e por vós.
Jesus morreu pelos nossos pecados, mas ressuscitou para nossa justificação, tornando-se a garantia da nossa ressurreição. “Está Consumado”.

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