De novo?

Quando tudo prognosticava um Natal com mais festejos de um Ano Novo mais feliz (se comparado com o ano anterior) e até folias carnavalescas (que desapareceram em 2020) surgi uma nova e possível ameaça em terras brasileiras. Não, não é a enorme inflação que estamos atravessando, como muitos poderiam estar pensando, nem que o PIB (Produto Interno Bruto) que cresceu esse ano apenas 0,1% (quando comparado a 78 países ditos desenvolvidos e a caminho de um desenvolvimento). Penúltimo lugar foi a nossa colocação (Alô, alô, acorde “posto Ipiranga”). O novo mal é novamente um vírus ou cepa, (como dizem os especialistas) da família do famigerado coronavírus. Ômicron é seu nome, até meio sofisticado surgiu (repentinamente) na África, mas precisamente na África do Sul englobando vários países. A origem tem procedência, a região africana é uma das menos vacinadas em todo o mundo. Aliás a menos. Um pouco antes as coisas já não andavam muito boas pelo (inesperado?) recrudescimento da cepa “Delta”, a que mais atingiu o mundo inteiro. Países como Holanda, França, do Reino Unido, Portugal, Itália entre outros, tiveram que reorganizar-se.
A causa seria a enorme rejeição de segmentos da população em vacinarem-se. Vacina sobravam. Com o Ômicron é diferente a nova forma de coronavírus não respeita nem os vacinados com três doses. E atuam com uma enorme rapidez na transmissão. Felizmente, parece que as consequências (maléficas) destes novos invasores não são tão prejudiciais nos corpos dos vacinados.
Apenas sintomas leves é o que sabemos. Por enquanto…mas a Ômicron atrapalhou muitíssimo os planos de autoridades municipais, estaduais, federais (os federais, sempre lentos!) no sentindo de comemorações cristãs e novo ano, para evitar aglomerações.
Até do carnaval, na maioria dos Estados. No momento em que essa Coluna estava sendo escrita (3/12) a cidades do Rio de Janeiro não tinham fechado questão ainda em torno dos festejos de Momo. Logo agora que os tamborins das escolas de samba estavam esquentando novamente, os enredos prontos, as alas com grande parte dos seus componentes com fantasias quase prontas, os ensaios nas quadras já começados, os blocos, principalmente de gente jovem que tanto animam o tríduo do Rio e São Paulo. E Salvador? Recife? Florianópolis? Ouro Preto? E em Itapetininga? Pode até ser que dependendo do Conselho Mundial de Saúde a entidade internacional chegue à conclusão de que o Ômicron não seja tão temeroso assim. Daria tempo para que recomeçassem as folias? Será?

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