Primeiro dia de aula

Ele chegou chorando. A mãe ficou desesperada. Todos queriam saber o motivo do choro. Ele falava chorando e ninguém entendia o seu linguajar infantil. A mãe pensou em ir à escola e tomar satisfação. Quem provocara o choro? Quem batera no menino tão pequeno? Será que a professora puxara os cabelinhos de trás da orelha para não deixar sinal de violência? Será que a diretora não o tratara bem? Quem machucara o menino? Luizinho chorava cada vez mais, quando era interrogado.
O menino soluçava. A impressão que se tinha, vendo-o soluçar, que ele ia denunciar, mas voltava a chorar e como chorava! A sua mãe resolveu perguntar novamente: – O que aconteceu na escola, meu filho? Conte para sua mãe, pois amanhã, bem cedinho, eu vou à escola. O menino mais chorava com as palavras maternas. Por fim, ele foi se acalmando e parou de chorar.
Depois, bem depois, quando ele não chorava mais, a sua mãe resolveu, alisando os cabelos lisos da cabeça do Luizinho, perguntar o que havia acontecido na escola. Luizinho respondeu, soluçando, mas com um soluço alternado e quase voltou a chorar novamente: – Mamãe, a professora disse que eu posso ser Presidente do Brasil. Abriu novamente as fontes das lágrimas e começou a chorar.
A sua mãe, que é professora, compreendeu e respondeu: A professora estava incentivando você a estudar, pois com o estudo os alunos podem ser até Presidente da República. Ele, o Luizinho, disse chorando, mas eu não quero ser, pois todo mundo fala mal do Presidente e ele é culpado de tudo que acontece no Brasil e no mundo. Eu não quero ser culpado de nada e nem ser preso. Ele não falou assim como escrevo, mas falou bravo e muito bravo.
Eu, caro leitor, ouvi e vi tudo isso, pois o Luizinho é o meu primo de quarto grau e a Virgínia, minha prima do terceiro. Deus disse para Salomão, o terceiro rei de Israel, quando terminou a construção do templo de Jerusalém: “Ouvi a tua oração e escolhi para mim este lugar para casa do sacrifício. Se eu cerrar os céus de modo que não haja chuva, ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra, ou se enviar a peste (doença) entre o meu povo. Se o meu povo que se chama pelo meu nome se humilhar, e orar e me buscar e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei o seu pecado e sararei a sua terra”. (II Crônicas 7:13) (eu sou teísta e creio que tudo acontece segundo a vontade Divina. Deus controla tudo.)
Deus é soberano, visto que é Ele quem cerra os céus, ordena aos gafanhotos e envia a doença. Ele é o Rei dos reis e Senhor dos senhores.

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