Termos Teológicos

No ano de 2013 fui jubilado. Como não pude comparecer, o meu filho, Reverendo Elbert Costa Moreira Lopes, que é ministro do Evangelho, me representou, na Igreja Presbiteriana Unida de São Paulo. Depois, no início de 2014, o Presbitério de Itapetininga da IPB, realizou um culto de ação de graças pela minha jubilação. Na semana seguinte, a Segunda Igreja Presbiteriana Conservadora de São Paulo, aproveitando o seu aniversário, no culto de ação de graças a Deus, sendo eu convidado, me presenteou com uma placa de prata pela minha jubilação, com os dizeres:
“A Segunda Igreja Presbiteriana Conservadora de São Paulo se alegra e louva a Deus pela vida e ministério do Reverendo Moysés Moreira Lopes, filho desta igreja, pela disposição e dedicação a obra do Senhor, e que por sua graça e misericórdia lhe concedeu jubilação, nutrindo ainda a mesma paixão pela proclamação do Evangelho de Cristo.” Mais embaixo estava a data de 15 de fevereiro de 2014. Na parte de cima o símbolo da denominação e o versículo de Romanos 10:14 e 15. Que alegria! Que felicidade! Fui agraciado ainda vivo pelas duas denominações presbiterianas. Somos unidos.
Na época a palavra jubilação foi interpretada pelos leigos de modos diferentes. Um dizia que eu havia completado cinqüenta anos de ministério. Paulinho, membro de uma igreja irmã, dizia que eu havia completado cinqüenta anos de casado. Carlos, oficial da igreja, dizia que eu vivia numa fase de muita alegria, pois eu havia concretizado todos meus sonhos. Michelle, uma jovem da igreja, discordando de todos, afirmava, com veemência, que jubilação só haveria no céu e que a cerimônia não havia cabimento. Ela citava o hino que diz: “Quero ser um vaso de bênção/ Sim, um vaso de bênção sem par,/ Anunciando que os crentes em Cristo/ Jubilosos nos céus hão de entrar.”
– Afinal de contas, que é jubilação? – interrogou Karla, a meiga menina-moça e de olhos encantadores.
Respondi de chofre: – É a aposentadoria de um Ministro do Evangelho. Assim reza na Constituição da IPB: “O Ministro poderá ser jubilado por motivo de saúde, idade, tempo de trabalho ou invalidez.” Fui jubilado por idade e tempo de serviço.
No dia da minha jubilação, em Itapetininga, no culto, disse: – O magistério não é sacerdócio, mas fiz dele um sacerdócio, portanto viverei da aposentadoria do magistério. Não receberei côngruas, pois sempre fui secularizado, como Paulo, o apóstolo, que fazia tendas. Que Deus me ajude.
Agradeço a IPC, em cujo Seminário eu estudei, bem como a IPB. Fiz o que pude nas duas denominações. Louvado seja Deus pelos séculos e séculos sem fim.

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