Viajando com Jesus

Entraram num barco Jesus e seus discípulos. A viagem era curta, mas tinham que atravessar o mar da Galileia. De repente, como soe acontecer naquela região, se levantou uma tempestade tão grande que o barco era coberto pelas ondas.

A princípio temos a impressão de que uma viagem com Cristo deve ser a mais tranquila e feliz do que qualquer outra. No entanto, embora Cristo estivesse na embarcação, os discípulos ficaram com medo da tempestade e das ondas altas. A intranquilidade era geral. Só gozava de paz o nosso Senhor Jesus Cristo, pois dormia no convés, enquanto os seus discípulos lutavam contra as intempéries do tempo.

Por que se levantara tão grande tempestade? Por que as ondas se tornaram altas e bravas? Por que o Senhor do céu e da terra dormia? As perguntas são muitas, porém a resposta é uma só: Jesus permitiu que sobreviesse tão grande tempestade para mostrar que tinha poder não somente sobre as enfermidades, mas sobre a natureza indômita. Permitiu, porque só o Senhor da natureza pode permitir. Permitiu para demonstrar o seu poder e a sua soberania.

Às vezes surgem tempestades na nossa vida, porém não devemos ter a impressão de que Deus se esqueceu de nós, porém devemos ter em mente que o nosso Senhor permite tais males para que nós nos aproximemos dele e depositemos nele a nossa confiança.

Lutavam os discípulos contra a tempestade. Lutavam contra o vento. Lutavam contra as ondas. A tempestade tornava-se cada vez mais forte. O vento virara um tufão. As ondas cobriam a embarcação. Depois de tanta luta, sem ver o céu e longe da terra, apelaram para o Mestre que dormia.

Tudo estava intranquilo. O barco balançava para lá e para cá. Os homens bailavam no ar sem querer bailar. Tudo demonstrava intranquilidade. O vento uivava. A tempestade e as ondas rugiam e de longe se ouvia o bater das ondas nas pedras. Jesus, todavia, dormia, pois como homem adormecera, mas como Filho de Deus gozava da verdadeira paz. Quem está com a consciência sossegada e deposita plena confiança em Deus, pode dormir com o barulho de uma forte tempestade.

Dormiu Cristo, porque sabendo bem o que pretendia, deu ocasião para que os seus discípulos exercitassem a sua fé, por isso retardou a sua intervenção. Os discípulos presenciaram muitas provas do poder de Cristo, porém ainda receavam perecer, estando Jesus ao lado deles. Diante disso e depois disso manifestaram a sua dependência de Cristo e aproximaram-se dele. Estavam perto, fisicamente, porém estavam longe no sentido espiritual. Aproximaram-se e despertaram-no. Reconheceram que estavam longe, embora estivessem perto e pediram a intervenção do Verbo Divino.

É assim que se deve agir, quando a tempestade da vida se levanta contra nós. Devemos, como discípulos, nos aproximar de Cristo. Devemos chamá-lo, por meio da oração. Devemos pedir socorro, pois ele nos atende na hora que necessitamos.

O evangelista afirma que Jesus acalmou a tempestade e houve grande bonança. Foi assim que os discípulos atravessaram o mar da Galileia, perguntando para si mesmos: “Que homem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem? ” (Mat. 8:23)

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